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Enviar cheiros e aromas para alguém em qualquer parte do mundo será possível a partir de 2014

Professor e alunos de Harvard criaram um dispositivo que funciona junto com app de smartphone

Estadão PME,

05 de novembro de 2013 | 09h30

Imagine enviar um cheiro a um amigo ou familiar que está em outra cidade, estado ou até mesmo continente. Isso poderá ser possível a partir do ano que vem, pelo menos por meio do Ophone. Trata-se de um dispositivo que funciona junto com um aplicativo de smartphone.

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Segundo o site Springwise, o aparelho, chamado Ophone, é capaz de criar 320 cheiros diferentes a partir de informações que o usuário fornece. O produto poderá também ser usado com finalidade profissional. Perfumistas ou chefs de cozinha poderão se beneficiar do equipamento para trocar experiências com colegas, mesmo que estejam distantes uns dos outros.

O produto é uma ideia desenvolvida por David Edwards e seus alunos de Harvard, Rachel Field e Amy Yin, com colaboração do pessoal do Instituto Wyss, na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Poderá chegar ao mercado no ano que vem, mas os desenvolvedores ainda não têm uma data definida para o lançamento.

Mais exemplos. No Brasil, quem ganha dinheiro com cheiros das coisas, no caso de alimentos, é a empresa Aromas e Cia, que tem 14 anos de experiência no assunto e desenvolve aromas diferentes para o varejo, como cheiro de pão com manteiga quente, chocolate com baunilha, quentão e brigadeiro. O desenvolvimento de aromas inusitados chegam a responder por 20% do faturamento da empresa, que foi de R$ 3,5 milhões no ano passado. A expectativa para esse ano é aumentar a cifra para pelo menos R$ 4,2 milhões.

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"Quando resolvemos investir nesse mercado, pesquisamos muitas coisas diferentes e vimos que tinha muita coisa a ser feita. Desenvolvemos o aroma de acordo com a necessidade do cliente", conta a diretora da empresa.

Para a época de festa junina, por exemplo, a empresa já desenvolveu cheiro de quentão e de canjica com coco. O café também faz parte da lista. "Hoje, tudo é muito industrializado, embalado. Vemos poucas coisas sendo manuseadas no local de venda", afirma a empresária. O empreendimento conta com dois perfumistas, que são responsáveis pela "desconstrução" dos produtos e construção de um novo aroma. 

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