Enquanto e-commerce projeta alta de 35% no Dia dos Namorados, lojas físicas devem crescer 1%

Enquanto e-commerce projeta alta de 35% no Dia dos Namorados, lojas físicas devem crescer 1%

Data é comemorada no mesmo dia da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo

Estadão PME,

11 de junho de 2014 | 06h40

Enquanto o comércio eletrônico espera um crescimento na casa dos dois dígitos para as vendas dos Dia dos Namorados, as lojas físicas projetam uma data fraca: uma alta de apenas 1% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).

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O Dia dos Namorados é comemorado no dia 12 de junho, data da estreia da seleção brasileira da Copa do Mundo. Para o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, a abertura da Copa de certa forma vai concorrer com o Dia dos Namorados. "Sem contar que a maioria das cidades brasileiras funcionará em regime de meio expediente e, em São Paulo, será decretado feriado", disse, em nota, Pellizzaro Junior.

Caso a projeção da pesquisa se confirme, o resultado será o mais fraco dos últimos cinco anos. Nesse período, as vendas aumentaram 8,7% ao ano, em média. Por outro lado, o comércio eletrônico está otimista. A  E-bit, empresa especializada em informações sobre o setor, divulgou um levantamento com uma previsão de uma alta de 35% na comparação entre 28 de maio a 11 de junho deste ano com o mesmo período do ano passado.

A expectativa é que a data movimente R$ 1,35 bilhão com 3,85 milhões de pedidos. "Este ano a data está sendo estimulada com a venda de produtos para a Copa, o que ajuda a elevar o tíquete médio na procura de produtos como TVs de tela grande, smartphones e presentes com motivação de seleções nas grandes lojas virtuais, além

da grande procura por flores, que já possui forte apelo para a ocasião", explicou, em nota, o diretor geral da E-bit, Pedro Guasti.

Já a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) prevê um faturamento de R$ 1,23 bilhão, número 23% maior que o ano passado, quando o setor movimentou R$ 1 bilhão. A expectativa é registrar 3,1 milhões de pedidos, segundo projeção feita pela associação a partir de dados de 2,4 mil empresas.

Para o presidente da associação, Mauricio Salvador, as compras serão puxadas pelo segmento de moda e perfumaria e beleza, além dos já tradicionais eletroeletrônicos, livros e games. "Também vemos uma grande movimentação na compra de flores e cestas via internet", disse, em nota. 

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