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Engenheiro quer faturar R$ 1,5 milhão com empresa de limusine

Paris Vegas tem quatro limusines; uma tem capacidade para 18 pessoas

Gisele Tamamar, Estadão PME,

13 de janeiro de 2015 | 07h07

Depois de vender dois apartamentos adquiridos na planta e levantar dinheiro para investir, o engenheiro Thiago Gomes Shinzato viu que era hora de empreender. Enquanto pensava em diversas oportunidades, ele lembrou da temporada que morou nos Estados Unidos durante o MBA e de uma experiência pessoal quando alugou uma limusine e resolveu investir no mercado de aluguel de carros de luxo em São Paulo. A iniciativa deu certo: a empresa Paris Vegas faturou meio milhão em 2014 e espera atingir R$ 1,5 milhão este ano.

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Shinzato morou dois anos nos Estados Unidos, onde cursou MBA e trabalhou em uma empresa de consultoria de marketing. "Nos Estados Unidos o transporte de luxo e o translado de limusine é muito mais comum e isso chamou minha atenção", lembra. Em 2011, já no Brasil, ele resolveu alugar uma limusine para um evento particular e se deparou com um mercado amador: grande parte das empresas não tinha telefone fixo e demorava para responder e-mails com pedidos de cotação, além disso os motoristas não eram treinados.

Dois anos depois, quando o engenheiro conseguiu juntar um dinheiro para empreender, ele lembrou das limusines. Mas antes de investir, Shinzato contratou o serviço de uma consultoria para estudar o segmento. "A cada entrega de relatórios que eles iam fazendo ficava mais claro que existia uma oportunidade de mercado", diz.

Quando decidiu investir, Shinzato descobriu um transformador de limusine, mas que demorava oito meses para entregar um veículo, o que inviabilizava o negócio. "Por coincidência, e aí entra aquela questão da sorte do empreendedor, o fornecedor tinha acabado de fazer uma limusine para um cliente, mas que se separou da mulher e queria vender", conta Shinzato, que continua trabalhando na área comercial de uma multinacional.

A Paris Vegas foi criada em 2013 e começou com destaque no mercado de casamentos. Com apenas quatro meses de empresa, o engenheiro comprou a segunda limusine. "Fizemos uma reestruturação antes do que imaginava. A segunda limusine só estava planejada para o segundo ano de empresa", diz. De acordo com o empresário, o brasileiro associa muito a limusine com casamentos e romantismo - situação que está ligada ao primeiro nome da empresa: Paris.

Mas tem um outro lado que não é muito explorado no Brasil, o lado do glamour, da despedida de solteiro, das baladas, eventos e ações promocionais. É aí que entra o segundo nome da empresa: Vegas. "Percebemos que estávamos muito voltados para o lado Paris. Não tinha mais agenda para os sábados no próximos um ano e meio, enquanto as limusines ficavam paradas nos dias de semana. Por isso, começamos a focar no lado Vegas", conta.

Na busca pela diversificação, a Paris Vegas descobriu um mercado com potencial: de festas infantis (tanto festas dentro do veículo quanto o translado para buffets). Para se ter uma ideia da representatividade desse mercado, a empresa realizou 80 festas infantis e 140 casamentos em 2014.

Para 2015, a Paris Vegas quer explorar o mercado de ações corporativas e se consolidar no mercado. A empresa atua com carros de luxo e quatro limusines, inclusive um modelo com capacidade para 18 pessoas e outro com capacidade para sete pessoas com teto solar, videogame, máquina de fumaça e piso iluminado.

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