Empresários opinam sobre economia em 2012 e falam sobre expansão

Maioria das empresas espera crescimento moderado no ano que vem

Carolina Dall'Olio e Ligia Aguilhar, Estadão PME,

10 de dezembro de 2011 | 07h16

 Uma pesquisa realizada pela consultoria Deloitte com 456 empresas de todos os portes mostra que os empresários ainda não sentiram impactos significativos da crise internacional em seus negócios. Para a maioria dos entrevistados (58%), o principal desafio enfrentado em 2011 foi gerenciar custos sem comprometer a qualidade de seus produtos e serviços.

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“A pesquisa sinaliza que a relativa desaceleração econômica registrada na economia brasileira no terceiro trimestre ainda não produziu resultados significativos diretos nas empresas. É importante considerar também que os impactos do cenário econômico são diferentes de acordo com o setor de atuação de cada empresa, incidindo muito mais sobre as indústrias manufatureiras e as organizações muito dependentes de exportações”, explica José Paulo Rocha, responsável técnico pela pesquisa.

Mas diante da possibilidade de a crise se agravar em 2012, os empresários já fazem projeções mais conservadoras para o futuro. Entre as empresas pesquisadas, 57% prevêem um crescimento moderado da receita líquida e do número de empregados.

Os entrevistados também opinaram sobre como devem se comportar os principais indicadores econômicos no ano que vem. Para a maioria das empresas, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 deve variar entre 3% e 5%. A inflação ficará entre 5% e 6% e a taxa básica de juros (Selic), entre 10% e 12%. Em relação ao câmbio, a previsão é de uma oscilação (para cima ou para baixo) entre 4% e 6%.

O Estadão PME entrevistou os empresários que já participaram da seção “Minha História” para saber quais são seus planos para 2012 e como eles esperam que a economia se comporte no ano que vem. Confira abaixo as respostas:

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