Divulgação
Divulgação

Empresárias lançam serviço de 'quentinha' para cães em SP

Restaurante Cozinha 4 Patas aposta na procura dos clientes por alimentação natural para seus pets

Vitor Tavares, O Estado de S.Paulo

04 de outubro de 2016 | 13h27

Tereza e Mel comem, todos os dias, brócolis, frango, carne, cenoura, abobrinha... Mas só quando as suas donas põem o alimento no potinho colocado no chão. As duas cadelas foram as primeiras "clientes" do Cozinha 4 Patas, negócio criado pelas suas "mães", Fernanda Lima e Luiza Dias, com intuito de oferecer uma alimentação saudável aos pets.

A empresa teve seu pontapé inicial quando as sócias passaram a adotar para si mesmas a filosofia de uma alimentação mais saudável, procurando comidas orgânicas e naturais. "Eu sempre amei muito cachorros. E comecei a ver que não havia sentido eu comer saudável e continuar dando ração industrializada para a minha cachorra", disse Fernanda, que deixou o emprego em uma agência de publicidade para se tornar sócia da empresa.

Em cinco dias, Tereza já começou a apresentar diferenças na sua saúde. De acordo com as empresárias, o primeiro sinal de melhoria é que o pelo começa a cair consideravelmente menos; o cachorro também aumenta a energia e, a longo prazo, diminui a quantidade de fezes e o odor, já que o alimento passa a ser mais absolvido no organismo.

Toda comida produzida pela Cozinha 4 Patas é natural, e as porções são sempre uma mistura uniforme de uma proteína - frango, carne, peixe ou ovo -, vegetais variados e algum grão , que pode ser arroz ou quinoa. Tudo é bem misturado, para que o animal não consiga separar na hora de comer. "A gente estuda como devem ser feitas as porções, de acordo com o tamanho do animal, para ali estar tudo que ele precisa para se manter saudável", destacou Fernanda.

A empresa vende os pacotes para sete, quinze ou 30 dias, variando de R$ 28 (sete dias para cachorros menores) a R$ 546 (30 dias para os maiores). Em 1 ano, o crescimento apontado do negócio foi de 60%. "Essa preocupação vem aumentando nas pessoas, porque é outra vida para o animal. E quando alguém começa a dar a alimentação, vai espalhando a informação", disse Fernanda, que aconselha os donos que quiserem fazer a transição da ração para comida procurarem um veterinário para buscar informações, principalmente sobre alergias.

 

Tudo o que sabemos sobre:
CozinhaFernanda Lima

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.