Divulgação
Divulgação

Empresa vende bolsas adaptáveis às bicicletas

Anouk passou de uma empresa de bolsas convencionais para focar um público crescente: os ciclistas

ESTADÃO PME,

23 de junho de 2013 | 09h10

Dona de uma marca de bolsas convencionais no Rio de Janeiro, Mônica Bentes enxergou uma oportunidade de negócio quando voltou a andar de bicicleta e não encontrou acessórios para personalizar sua "magrela". Foi o estalo para iniciar a produção de bolsas adaptáveis às bikes e dar um novo rumo à Anouk. Hoje, além de bolsas, a empresa vende capas de selim, botons e camisetas.

::: Siga o Estadão PME nas redes sociais :::

:: Twitter ::

:: Facebook ::

:: Google + ::

Mônica é estilista, mas a ideia de ter o próprio negócio não estava madura na sua cabeça. Foi a madrinha Helena Carvalhaes que incentivou a abertura da Anouk e entrou como sócia, junto com a mãe de Mônica, Sonia Prado. "Já trabalhei em empresas e vi muita coisa dando errado, inclusive três foram a falência. Acho que até por isso eu tinha um certo medo de abrir minha própria empresa. Por um lado foi bom, porque aprendi como não fazer. Mas abrir a empresa com minha mãe e minha madrinha me deu segurança", conta Mônica.

Os primeiros três anos foram dedicados à produção de bolsas convencionais. A mudança de foco ocorreu quando a estilista passou a andar mais de bicicleta. "Comecei a procurar acessórios para deixar a bicicleta com a minha cara e não achei aqui no Brasil. Mas lá fora tinha um monte de coisas bacanas", lembra.

A dificuldade de achar acessórios se transformou em oportunidade. "Notei que tinha um furo no mercado, estava começando a aumentar o uso de bicicletas e ia lançar uma coleção nova. Pensei: por que não investir em bolsas para bicicletas? Quem tem uma empresa procura ir para um segmento que não tem concorrência", diz Mônica.

Para não perder a clientela já conquistada, Mônica optou em lançar bolsas convencionais com alças que podem ser prendidas no guidão ou no bagageiro das bicicletas. Depois de um período de transição, a Anouk focou a produção de bolsas adaptáveis para as bikes há um ano.

Entre as peças vendidas estão bolsas e cestas feitas a partir de uma técnica de reaproveitamento de garrafas pet em parceria com o grupo Criando Arte, da Cidade de Deus. Atualmente, a Anouk vende entre 100 e 200 peças por mês em sua loja virtual.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.