Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Empresa especializada em pimentas cresce por meio de franquias e quer faturar R$ 5 milhões

Bombay pretende abrir dez novas unidades neste ano para dessa forma atingir R$ 5 milhões de faturamento em 2013

Gisele Tamamar, Estadão PME,

25 de abril de 2013 | 06h31

 Nelo Linguanotto cresceu no meio de ervas, especiarias e pimentas. Sua família foi dona de uma empresa do segmento e o assunto sempre fez parte da sua rotina. Tanta afinidade, dessa forma, resultou na criação da Bombay Herbs & Spices, um negócio que atua como indústria, distribuidora, loja própria e cresce por meio de franquias em formato de quiosques instalados em shoppings.

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A empresa surgiu há dez anos, quando Nelo escreveu um livro sobre a especiaria – Dicionário Gastronômico Pimenta e suas Receitas. “Na época, as pessoas não compravam pimenta porque não tinham informação sobre o produto, sobre a ardência. Não existia material. Com o passar do tempo, começaram a aparecer mais informações, como por exemplo que a pimenta tem vitamina C, acelera o metabolismo. Isso foi desmistificando a pimenta.”

Na loja própria, localizada nos Jardins, em São Paulo, são vendidos 60 tipos de pimenta. “Existe um grau de ardência complexo e eu resolvi fazer uma escala mais simplificada, de 0 a 10, onde a habanero era a mais ardida. Depois, começaram a surgir outras pimentas e hoje temos a de ardência 28, a trinidad scorpion. A mais vendida é sempre a mais ardida”, conta Nelo. Neste mês, a Bombay vai aumentar seu portfólio e lança um kit de pimentas brasileiras para aproveitar a vinda de estrangeiros atraídos pelos eventos esportivos no Brasil.

Há um ano e meio, a Bombay aderiu ao sistema de franquias para instalar quiosques em shoppings. Atualmente, a rede tem 12 lojas em funcionamento. A meta para 2013 é abrir mais dez unidades e dessa maneira faturar R$ 5 milhões. Já a atuação como indústria e distribuidora resulta em faturamento anual de R$ 18 milhões para o empreendimento.

Números. O investimento para abrir uma franquia da rede é de R$ 100 mil. “O quiosque não é só um ponto de venda, mas também de informação, onde o consumidor pode obter dados sobre os produtos, fazer degustação e sentir-se mais confortável para escolher uma coisa nova para comprar”, afirma Nelo Linguanotto.

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