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Empresa cria pipoqueira que faz cobrança por ficha e não precisa de operador

Quem quiser comer a pipoca precisa comprar uma ficha e só apertar um botão

ESTADÃO PME,

09 de novembro de 2012 | 14h53

Você coloca uma ficha, aperta um botão e a pipoca sai quentinha. Essa foi a invenção da Hot Pop, que comercializa uma máquina que estoura a pipoca com ar quente, não leva óleo e não precisa de operador. Cada máquina comporta de 30 kg a 35 kg, que rendem de 600 a 700 pacotes. Entre os principais compradores da máquina, estão padarias, buffet infantil e supermercados.

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De acordo com um dos sócios da empresa,  Valter Sales Silva, o empresário disposto a investir no negócio vai precisar desembolsar R$ 12,5 mil. Cada pacote de pipoca é vendido entre R$ 3 a R$ 5 e a taxa de retorno do investimento prevista é de seis meses, em média. "Levamos quase quatro anos para desenvolver a máquina e começamos a comercializar agora", diz Silva. O negócio foi exposto na Feira do Empreendedor, realizada em outubro, em São Paulo.

Uma opção de negócio sustentável foi apresentada pela Eco Máquinas no evento. A empresa vende máquinas de fazer tijolos ecológicos. O produto leva terra, cimento e água, mas também pode ser feito com resíduos de construção civil e não precisa ir ao forno. De acordo com o gerente técnico da Eco Máquinas, Eduardo Silva Moraes, as vantagens da construção ecológica são paredes térmicas e acústicas, que isolam os ruídos, e uma economia de 20% a 30% na obra.

O modelo ainda tem um sistema vazado para passagem de dutos elétricos e do sistema hidráulico. As máquinas custam entre R$ 15 mil a R$ 80 mil, de acordo com a capacidade de produção. Já o custo do tijolo, incluindo mão de obra, energia e matéria-prima, é de R$ 0,35. Em média, o produto é vendido por R$ 0,60. 

A Chocolataria Gramado também está presente no evento em busca de interessados em abrir uma loja da marca. "Primeiro, esperamos a fábrica alcançar um ponto de equilíbrio", afirma o diretor Márcio Magnus. A expectativa é fechar o ano com 22 lojas, sendo quatro próprias. Para 2013, a rede deve fechar com 70 unidades. "Voltamos da Feira do Empreendedor de Recife com 200 interessados", conta Magnus. O investimento inicial para abrir uma loja no modelo de concessão de marca é a partir de R$ 60 mil - sem contar os custos de instalação.

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