Divulgação
Divulgação

Empreendedores investem em máquinas que vendem saladas e frutas

Fast Good une duas tendências: alimentação saudável e vending machines

GISELE TAMAMAR, ESTADÃO PME,

27 de novembro de 2013 | 06h41

Os empresários Eduardo Lara Corrêa e Fernando Humberto Damas uniram duas tendências para empreender: vending machines e alimentação saudável. Eles investiram R$ 300 mil para lançar a empresa Fast Good, que vai vender saladas, sanduíches naturais, salada de frutas e barras de cereais em máquinas. A expectativa dos sócios é faturar entre R$ 800 mil e R$ 1 milhão no ano que vem com uma meta de 100 máquinas instaladas.

::: Siga o Estadão PME nas redes sociais :::

:: Twitter ::

:: Facebook ::

:: Google + ::

A ideia do negócio surgiu em 2010, quando Corrêa encomendou uma pesquisa de mercado sobre tendências de varejo para a próxima década. A alimentação saudável e as vending machines foram citadas. Mas nesse meio tempo, o empresário, formado em administração, foi convidado para assumir uma empresa espanhola no Brasil. Ele resolveu aceitar o desafio e adiar os planos de empreender.

Depois de ficar pouco mais de dois anos na empresa, Corrêa resolveu colocar o plano do negócio próprio em prática com o sócio Fernando Damas, que fazia parte de uma sociedade de uma lanchonete instalada em academia e estava atento às tendências.

Na busca por fornecedores, os empresários encontraram duas empresas estrangeiras com atuação no Brasil. Uma delas embala as frutas e envia o produto para a Inglaterra ao utilizar um processo para fazer o alimento durar até uma semana sem oxidar e sem perder o sabor. Já a segunda companhia é francesa e detém uma tecnologia para a salada durar até dez dias, sem as folhas perderem a crocância e a qualidade.

"Conseguimos fornecedores de produtos frescos para vending machines sem perder a qualidade. Tudo vem pronto para consumo", explica Corrêa. As máquinas são importadas da Itália e a expectativa é instalar cinco delas na primeira quinzena de dezembro em academias e empresas com mais de 400 funcionários. Outras cinco devem ser instaladas no começo do ano que vem. Os produtos vendidos vão custar entre R$ 3,50 (água de coco) e R$ 15 (saladas).

Modelo de negócio. Basicamente, a Fast Good vai trabalhar com dois modelos de negócios. Um deles é instalar a máquina em empresas no sistema de comodato. Já no segundo modelo, a Fast Good faz uma parceria com a empresa e oferece um porcentual das vendas para o dono do ponto comercial, uma academia, por exemplo.

Corrêa já trabalhou nas regiões das avenidas Brigadeiro Faria Lima e Paulista e enfrentava problemas quando precisava fazer uma alimentação rápida. E também ouvia a mesma reclamação de outros funcionários.

"As alternativas eram comprar um salgado na padaria ou recorrer a uma rede de fast food. Com uma maquina você consegue fazer uma alimentação saudável em pouco tempo. E as máquinas são uma tendência cada vez maior. Tenho visto várias máquinas em pontos públicos oferecendo vários tipos de produtos", pontua Corrêa.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.