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Empreendedores apostam no financiamento coletivo para dar vida à inovação

Método tem ganhado cada vez mais adeptos no Brasil; veja alguns exemplos

Sirlene Farias, O Estado de S. Paulo,

24 de março de 2014 | 07h27

Encontrar investidores para tirar uma ideia inovadora do papel se tornou mais fácil com as plataformas de financiamento coletivo – ou crowdfunding. O método alternativo para financiar projetos está caindo no gosto dos empreendedores do Brasil, que procuram até mesmo sites internacionais para ganhar mais visibilidade.

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Esse foi o caso do desenvolvedor de games Saulo Camarotti. O brasileiro levou à plataforma internacional KickStarter o projeto do Chroma Squad, um jogo de videogame voltado aos saudosistas das séries japonesas da década de 1990. O resultado foi positivo: Camarotti levantou mais de US$ 97 mil, 77% acima do valor proposto.

Outro projeto brasileiro de sucesso no KickStarter é o WineCradle, do engenheiro dinamarquês Soren Jensen, que vive em Curitiba, no Paraná. Jensen criou um recipiente inflável que protege garrafas de vinho e outras bebidas alocadas na bagagem. A proposta foi bem aceita pelos internautas, e o engenheiro arrecadou mais do que os US$ 5 mil necessários para tornar sua ideia uma realidade.

Já os analistas de sistemas Pablo Cardoso e Breno Nery, de Juiz de Fora, optaram pelo Catarse, site brasileiro de financiamento coletivo, para levantar verba para o Encarte Mobile. Sua ideia de criar um aplicativo para smartphone que reunisse promoções de encartes e comércios segundo a região do usuário atraiu um investimento que foi além dos R$ 5 mil necessários para os passos iniciais.

Mas um dos maiores sucessos do Catarse está no apoio às publicitárias Cíntia Tominaga e Natália Macedo. Saindo de um laboratório de startups direto para o financiamento coletivo, sua campanha levantou R$ 17.500, usados para dar início à empresa de sapatilhas Ballerini, que hoje já conta com 50 diferentes modelos de calçado. 

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