Tiago Queiroz/Estadão
Tiago Queiroz/Estadão

Empreendedores apontam principais acertos em suas carreiras

Conheça histórias publicadas no Estadão PME em 2014

ESTADÃO PME,

01 de janeiro de 2015 | 13h49

Atitudes empreendedoras definem o futuro de um negócio. Seja para fortalecimento da marca ou para expansão, é preciso visualizar os anseios, bem como perspectivas de crescimento de novos mercados. Para diversos empreendedores, escolhas acertadas fizeram toda a diferença para a consolidação do seu trabalho. Conheça algumas histórias contadas pelo Estadão PME em 2014.

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Roberto Bielawski, da rede de restaurantes Ráscal

O empresário se orgulha de ter percebido, logo na década de 1980, que o mercado de shoppings iria crescer e criar oportunidades. “Meu acerto foi enxergar uma ancoragem. O shopping trazia o público e eu tinha que ter um bom serviço, um bom produto e evoluir constantemente.” 

Luiz Flores Carrera, proprietário da fabricante de calçados CNS

No início de seu negócio, Carrera vendia sapatos sob demanda, batendo de porta em porta. Desde essa época, Luiz Flores Carrera sempre buscou se diferenciar e se especializou na venda de sapatos masculinos. “Tive sorte. Tinha amigos que trabalhavam com sapatos masculinos e femininos. Os sapatos de bico fino deram uma alavancada. Nunca gostei de trabalhar igual todo mundo trabalha.”

Luiz Antonio Bazzo Júnior, Carlos Alberto e Paulo Roberto Bazzo, sócios da Cotiplás

Os irmãos empreendedores sempre priorizaram a busca constante de novidades e tecnologia no setor. Dessa forma, pelo menos cinco vezes por ano eles viajam juntos para fora do Brasil para pesquisar e buscar a evolução dos produtos. A persistência e a aposta em bonecas são considerados dois acertos da trajetória vivida pelos empresários da família.

Benildo e Fulvio Saba, proprietários da Kimonos Dragão

Como pai coruja, Benildo acredita que um dos acertos foi ter confiado o comando da empresa para o filho Fulvio. “Ele me surpreendeu: é um senhor empresário. Ele levantou a empresa. Hoje, a Dragão está no mundo todo”, elogiou Benildo. Já Fulvio acredita que um acerto da marca é seguir sempre inovando com produtos, sem deixar a qualidade de lado.

Giovanni Momo, da pizzaria 1900

O atendimento e a marca são apontados por Giovanni e sua família como grandes acertos do negócio. "1900 é um número iluminado, não foi pesquisa nada. E ele ajudou a desenvolver a marca", diz Katia, sua esposa. "Eram coisas que estavam fora do que estava sendo feito na época", completa Erik, filho de Giovanni, que também aponta a abertura da pizzaria na segunda-feira como um grande diferencial da rede.

Rodrigo Oliveira, chef e gerente do restaurante Mocotó

O chef de cozinha pontua aquilo que mais valoriza em seu trabalho: enxergar que a parte mais importante do negócio são as pessoas que o fazem acontecer. “Passamos a gerir a empresa levando em conta a história e o progresso de quem está aqui todos os dias. A gente sequer fala funcionário, não pela historia do politicamente correto, mas funcionário é um termo redutivo, parece que vem cumprir a função e acabou.”

Alberto e Marici Foroni, fabricantes de materiais escolares

Se analisassem todos os fatores, os gestores da Foroni ficariam na dúvida se expandiriam a a empresa. Mas o apego e a parte emocional de manter o negócio da família vivo motivam o crescimento. Por isso, apontam a vontade de fazer a empresa crescer como um acerto. A aposta nos cadernos há 20 anos também é considerada como uma decisão certeira.

Dona Felicidade, do restaurante que leva seu nome

Para Dona Felicidade, seu principal acerto foi ter insistido com o marido para o casal abrir um negócio só deles. A vontade existia desde o casamento, mas Manoel não queria que a mulher trabalhasse. "Ele não me admitia atrás de um balcão, mas foi atrás do balcão que nós crescemos." A primeira empresa foi uma mercearia e o sucesso veio com os pratos preparados por ela.

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