Toby Talbor/AP
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Empreendedora norte-americana cria versão mais elitizada do Tinder para 'pessoas inteligentes'

Amanda Bradford acaba de receber investimento de aproximadamente R$ 5 milhões

ESTADÃO PME,

22 de janeiro de 2015 | 15h02

A maioria dos seres humanos deve conhecer o Tinder, aplicativo de paqueras que ganhou enorme visibilidade nos últimos anos. É exatamente esse tipo de popularidade que Amanda Bradford não quer para o seu produto. Chamado de The League, o negócio pretende ser mais seletivo que o concorrente popular e, dessa forma, atrair as pessoas mais interessantes.

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O negócio, segundo informa o Business Insider, acaba de arrecadar US$ 2,1 milhões em investimentos. E o aporte, cerca de R$ 5 milhões, indica que a proposta mais elitista pode funcionar. "Nós queremos que as pessoas pensem (no The League) como algo mais maduro, para jovens profissionais que querem sair para um café ou um drink", afirmou a empresária para o site.

No site, há inclusive uma citação direta ao Tinder: 'Nós não estamos dizendo que o Tinder não tem a sua função, mas porque não usar o seu tempo de forma...mais inteligente?'. Ainda de acordo com a página na web, o The League é feito para pessoas inteligentes, ocupadas e ambiciosas. 'Você não precisa de um app de encontros para ter um encontro', conclui.

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