Usuário pode personalizar informações que quer monitorar
Usuário pode personalizar informações que quer monitorar

Dispositivo transforma veículo em carro conectado e ajuda motorista a prever algum problema

Vinli está à venda por US$ 99 durante campanha de financiamento na internet

Estadão PME,

14 de junho de 2015 | 07h00

Tornar o carro mais inteligente, mais barato, mais eficiente, mais seguro e divertido. São muitos os objetivos, mas essa é a proposta do Vinli, um dispositivo para ser plugado no carro e capaz de sincronizar com os aplicativos instalados no smartphone do motorista para transformar o veículo em um carro conectado.

::: Saiba tudo sobre :::

Mercado de franquias

O futuro das startups

Grandes empresários

Minha história

Como funciona em sincronia com uma série de aplicativos, a proposta da empresa que criou o Vinli é possibilitar a personalização da experiência e sempre incluir novas soluções para o motorista.

Entre as funções existentes, o dispositivo ajuda a encontrar o posto de combustível mais barato nas proximidades, ajuda a diagnosticar e prever com antecedência algum tipo de problema, ajuda na cotação de seguros, conecta a casa com o carro para ligar luzes, abrir a garagem ou ajustar a temperatura quando o morador chegar.

O usuário ainda pode monitorar como os filhos estão dirigindo e personalizar alertas de zonas perigosas, pode monitorar alterações no óleo, pneus e desempenho do freio, além de receber alertas de limites de velocidade.

Durante a campanha no site de financiamento coletivo Indiegogo, o Vinli está à venda por US$ 99. A empresa também cobra uma taxa de US$ 30 por ano. Por enquanto, a empresa só envia o dispositivo para os Estados Unidos, mas tem planos de expansão para o Canadá e Europa ainda este ano.

Segundo a campanha no Indiegogo, o dispositivo funciona em todos os veículos a gasolina fabricados depois de 1996. A empresa já arrecadou US$ 87 mil de 722 pessoas e bateu a meta inicial de US$ 75 mil.

Tudo o que sabemos sobre:
carrotecnologiainovação

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.