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Índice apresenta a primeira queda desde 2010
Índice apresenta a primeira queda desde 2010

Criação de novos empreendimentos para de crescer no Brasil

Índice apresenta a primeira queda desde 2010, conforme indica levantamento da Serasa Experian

Estadão PME,

30 de março de 2015 | 12h26

A abertura de novos empreendimentos parou de crescer no Brasil. Em fevereiro deste ano, o índice, levantado pelo Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas a criação de empresas, detectou uma queda de 4,3% em relação ao mês de janeiro. Em comparação com o mesmo período de 2014, houve uma diminuição de 8,6%, quando 158.023 empresas foram iniciadas. No mês passado, o Indicador registrou a criação de 144.501 novos empreendimentos.

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No acumulado do ano, o País também apresenta uma queda na criação de novos empreendimentos. Entre janeiro e fevereiro, 295.459 novas empresas foram abertas, 7,2% a menos que no mesmo período de 2014, quando 318.371 pessoas empreenderam formalmente.  

O segmento dos Microempreendedores Individuais (MEIs) puxou o baixo crescimento da criação de novas empresas surgidas em fevereiro e representaram108.446 novos negócios no segundo mês deste ano contra 119.555 em janeiro, uma retração de 9,3%. De acordo com a Serasa Experian, as MEIs têm impulsionado a crescente formalização dos negócios no Brasil, registrada pela série histótica do levantamento: em seis anos, passaram de menos da metade dos novos empreendimentos (37,6%, em 2010) para 77,2%.

Regiões. O Sudeste segue liderando o ranking de nascimento de empresas, com 147.670 novos negócios abertos entre janeiro e fevereiro de 2015, metade do total. O Nordeste segue na segunda colocação, com 16,2% do total. O Centro-Oeste registrou a abertura de 28.477 empresas e foi responsável por 9,6% de participação, seguido pela Região Norte, com 15.961 novas empresas, 5,4% do montante total.

O setor de serviços continua sendo o mais procurado por quem deseja empreender. De janeiro a fevereiro de 2015, 61,4% das novas empresas estão neste segmento. Em seguida estão as atividades comerciais, com 30,1% do total, e industriais, com 8,2% dos empreendimentos criados no período.

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