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Cresce a procura de PMEs por seguros patrimoniais

Seguradoras aproveitam o bom momento e oferecem produtos específicos para pequenos e médios negócios

Rodrigo Rezende, Estadão PME,

15 de março de 2014 | 10h11

Pequenos empresários têm se preocupado cada vez mais com a segurança patrimonial de suas empresas. A Porto Seguro, por exemplo, registrou crescimento da procura de empresas desse porte por produtos específicos. De 2012 para 2013, houve aumento de 20% de clientes petshops e 16% de salões de beleza.

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O serviço mais procurado é o de cobertura de incêndios, que em média, na Porto Seguro, custa de R$ 300 mil a R$ 400 mil por ano. Mas há também coberturas mais específicas, como a de prejuízos ocasionados por arrastões em bares e restaurantes. E isso vale para o estabelecimento e para os clientes são roubados neste tipo de situação.

"Também temos cobertura para o caso de despesas médicas com clientes que venham a passar mal por terem ingerido alimentos com algum problema no estabelecimento", diz Jarbas de Medeiros Baciano, gerente de produtos na área de seguros patrimoniais da Porto Seguro.

A empresa tem uma carteiras de PMEs de 130 mil negócios e espera aumentar esse número. Além de oferecer produtos a bares e restaurantes, pousadas, petshops e clínicas veterinárias e salões de beleza, a empresa preparou recentemente seguros voltados a academias, escolas, universidades e clínicas e consultórios médicos.

Esse ramo de saúde também é foco da Tokio Marine, que lançou um seguro específico para clínicas médicas e odontológicas no final do mês passado.

"Os grandes diferenciais estão nas coberturas exclusivas, como orientação jurídica em caso de reclamação de clientes quanto a erros e omissões na prestação dos serviços médico e cobertura para objetos portáteis que incluem tablets, notebooks, além de todos os instrumentos de uso profissional", afirma Felipe Smith, diretor da área que atende os pequenos negócios. Outra opção diferenciada, segundo ele, é o reembolso do prêmio de seguro fiança, na cobertura de perda e pagamento de aluguel decorrente de incêndio.

"Em nossas pesquisas sobre o setor, verificamos que apenas 30% das pequenas empresas (no Brasil) têm seguro. Identificamos aí um mercado bastante vasto para o aumento da penetração do seguro no País", afirma Smith. Da carteira de seguros empresariais da Tokio Marine, que chega a R$ 80 milhões em prêmios, entre 20% e 30% dos clientes são PMEs. "Esperamos crescer ainda mais (com esse novo produto)."

O próximo produto a ser lançado pela seguradora, ainda neste semestre, será o seguro para escolas. E durante o restante do ano, a empresa irá mirar nos segmentos de  escritórios e academias de ginástica.

O empresário Nathan Ribeiro, um dos donos da Taximov, que oferece sistema de solicitação de táxi por aplicativo de telefone ou internet, conta que desde o início do negócio (em 2008), a empresa tem seguros contra incêndio, roubos e danos elétricos.

Até hoje não precisou acionar a seguradora, mas Ribeiro ressalta que ter seguro é uma boa dica para quem deseja empreender e ter um negócio próprio.

"Tivemos um sinistro, mas acionamos o seguro do condomínio neste caso. Uma peça caiu de uma obra realizada na cobertura do prédio e atingiu a copa. Ainda bem que era um domingo e não havia nenhum funcionários comendo no local", conta.

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