JF Diorio/AE
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Confiança do empresário do comércio sobe, diz CNC

Índice aumentou 0,4% na passagem de março para abril, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo

Daniela Amorim, Agência Estado,

08 de maio de 2012 | 13h03

 A confiança do empresário aumentou 0,4% na passagem de março para abril, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) alcançou 127,6 pontos. Na comparação com abril do ano passado, houve queda de 1,4%. A abertura do dado mostra que a percepção sobre as condições atuais se deterioraram, mas melhoraram as expectativas para o futuro, assim como as intenções de investimentos.

Dentro do Icec, o Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC) teve alta de 3,4% em relação a abril de 2011 e expansão de 1,3% na comparação com março. Segundo a CNC, o resultado mostra que o comerciante espera uma melhora no volume de vendas no segundo semestre de 2012, quando a economia deve começar a sentir os efeitos dos estímulos do governo à atividade econômica. Já o Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) avançou 0,7% na comparação com março, mas recuou 1,6% em relação a abril de 2011.

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Na avaliação dos economistas da CNC, os dados significam que, apesar da melhora no nível de investimentos em relação a março, o cenário ainda é menos favorável do que no ano passado. A queda na comparação com 2011 foi puxada por um recuo de 5,3% na opinião do comerciante em relação ao nível dos estoques, enquanto os demais subitens mostraram relativa estabilidade.

A insatisfação com os estoques ocorreu entres os pequenos varejistas (empresas com menos de 50 funcionários), que têm menor capacidade de promover liquidações. Nas empresas de maior porte a situação dos estoques melhorou 23,5% em relação a abril do ano anterior.

Já o Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (Icaec), apresentou queda em abril, de -1,3% em relação a março e de -7,8% ante abril de 2011. A percepção dos comerciantes ficou menos favorável no mês tanto em relação ao momento atual da economia, quanto sobre a situação da empresa e do varejo. 

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