Monica Bento/AE
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Confiança do consumidor cresce em agosto

Segundo pesquisa da ACSP, índice de confiança, que vai de 0 a 200, registrou 150 pontos no mês, ante 147 em julho

Agência Estado,

12 de setembro de 2011 | 18h56

O Índice Nacional de Confiança do Consumidor registrou 150 pontos em agosto, ante 147 em julho, segundo pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e pelo Istituto Ipsos. Em agosto de 2010, a confiança era de 155 pontos.

Entre os destaques, a confiança dos consumidores do Norte foi a maior entre as regiões, com 200 pontos em agosto, ante 185 em julho. A Região Sudeste aparece em segundo, com 159 pontos em agosto, ante 149 em julho, seguida pelo Sul, com 152 pontos (163 em julho), e o Nordeste, com 122 pontos (126 em julho).

De acordo com o levantamento, a classe C é a mais otimista entre as faixas de renda, com 155 pontos em agosto, ante 153 em julho, seguida pelas classes A/B, com 143 pontos (138 em julho), e D/E, com 133 pontos (128 em julho).

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Em agosto, 38% dos entrevistados responderam que se sentiam mais seguros no emprego, contra 27% que disseram se sentir menos seguros. Ao todo, 3,1% dos consultados disseram conhecer alguém que tinha perdido o emprego no mês. Os consumidores também foram questionados sobre a intenção de compras de eletrodomésticos. Do total, 43% responderam estar mais dispostos a adquirir eletrodomésticos em agosto (46% em julho) e 30% disseram estar menos dispostos (28% em julho). Sobre sua própria situação financeira, 49% dos entrevistados disseram que a consideravam boa, ante 52% em julho. Entre os consultados, 28% responderam que sua situação financeira estava ruim em agosto, ante 25% em julho.

A confiança do consumidor sobre o futuro da economia de sua região caiu - 39% consideravam em agosto que ela iria ficar mais forte, contra 41% em julho. Os que acreditam que ela vai ficar mais fraca se mantiveram em 13%. Sobre sua condição financeira pessoal para os próximos seis meses, 50% achavam que ela iria melhorar em agosto, contra 53% em julho. Os que acham que ela iria piorar se mantiveram em 12%.

A pesquisa foi realizada com mil pessoas, por meio de entrevistas domiciliares, em nove regiões metropolitanas e 70 cidades do interior brasileiro. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais. O índice varia de 0 a 200 pontos, sendo que níveis acima dos 100 pontos são avaliados como otimistas, e abaixo desse patamar, pessimistas.

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