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Com pouco dinheiro, em que investir para se diferenciar?

Negócios virtuais e alimentação saudável são nichos com oportunidades mesmo na crise

Redação, O Estado de S.Paulo

12 de julho de 2017 | 09h20

O desempenho da economia não vai bem. A recessão que assola o país e o alto índice de desemprego são motivos que preocupam os brasileiros. Sem dinheiro para gastar, os consumidores deixam de comprar, o que afeta negócios de todos portes e segmentos. No cenário pouco animador, verba para investir na empresa torna-se uma questão delicada, mas necessária, segundo Beatriz Micheletto, consultora do Sebrae-SP.

“Existem formas de investir com custo muito baixo, quase um custo de manutenção. Mas ainda assim, não deixa de ser um gasto que vai pesar no caixa. Por isso, é preciso avaliar com cuidado sob o risco de complicar ainda mais a situação do negócio.”

De acordo com a especialista, atualmente muitas pequenas e microempresas procuram o Sebrae em busca de ajuda para solucionar essa questão. Ela aponta os negócios virtuais ainda como uma boa alternativa de diferenciação. 

Existem plataformas, inclusive dentro de redes sociais, que permitem a venda de produtos e serviços até de forma gratuita. E é justamente nesse ponto que Beatriz alerta.  “Mesmo que seja grátis e fácil montar um negócio virtual, quase sempre isso pode exigir um investimento da parte do empresário. Ele precisa ficar conhecido e para isso talvez tenha que impulsionar publicações, o que é cobrado. Há também a manutenção disso tudo: dependendo da natureza do produto ou serviço, talvez seja necessário contratar um fotógrafo, um designer, ter um estoque, no mínimo, do que é mais vendido…”, diz.

Há ainda oportunidades no setor de alimentação saudável e acessível, como a entrega de marmitas diretamente no trabalho dos clientes ou ainda, para quem tem um dinheirinho guardado, investir em um negócio já estabelecido, como de algum familiar. “Antes de injetar dinheiro em um negócio familiar o empresário deve relevar o faturamento total do negócio, sob o risco de investir em alguma empresa que não dará retorno suficiente a todos da família”, explica

    

 

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