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Com ajuda da sogra, argentino abre negócio no Brasil e espera faturar R$ 500 mil em 2014

Espaço de coworking Sharing EC tem duas unidades e deve ganhar mais uma ainda este ano

ESTADÃO PME,

15 de julho de 2013 | 14h35

Em muitos casos, a figura da sogra é temida e carrega uma imagem negativa na relação com o genro ou nora. Mas no caso do empresário Matiaz Vazquez, foi a sogra quem ajudou na abertura do seu negócio. Ele conseguiu R$ 25 mil para investir em um espaço para montar um escritório compartilhado, um coworking. O Sharing EC foi aberto em agosto do ano passado, ganhou uma segunda unidade com salas privativas em maio e o empresário já planeja uma terceira unidade. A previsão é gerar um faturamento de R$ 500 mil em 2014.

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Vazquez tem dupla nacionalidade (argentina e brasileira) e trabalhava com traduções e como professor de espanhol. Mas foi durante uma viagem, nos Estados Unidos, que ele teve a ideia do coworking. "Estava no Texas e tinha que ficar trancado no hotel por causa de um alerta de temporal e furacão. Comecei a assistir TV e apareceu um comercial de um coworking em Houston", lembra.

Com a ideia na cabeça, Vazquez começou a pesquisar o negócio e fez seu planejamento. O problema era o dinheiro para montar o espaço. A solução veio da sogra. "Ela emprestou o dinheiro e disse: monta e seja feliz! Na cabeça dos meus sogros é assim; se eu vou bem, a filha deles vai bem, o neto vai bem e todos estamos bem", conta Vazquez, que tem a esposa Maria Claudia Raposo como sócia.

Já com o dinheiro, o empresário montou o espaço, que inicialmente só tinha três cadeiras. O primeiro cliente foi uma assessoria de imprensa que continua até hoje no local. Em quatro meses, o coworking contava com 23 lugares. Um novo investimento foi feito para a abertura da segunda unidade, só com salas privativas. A meta é abrir uma terceira unidade ainda este ano dentro de um conceito de coworking patrocinado. Vazquez ainda estuda a abertura de franquias entre as estratégias para o crescimento do negócio.

Coworking. Trabalhar em um escritório compartilhado é uma forma de diminuir os custos para se instalar em um ponto comercial individualmente. No caso do Sharing EC, o plano sem limite de horas com pacote de impressões e sala de reunião custa R$ 500 por mês, nos três primeiros meses. "Não trabalhamos com rodízio. O usuário tem seu lugar fixo", explica.

Outra vantagem é aproveitar os profissionais que trabalham no local para trocar experiências e quem sabe até compartilhar serviços. "Aqui temos desde e-commerce de cerveja até um pessoal de pesquisa e desenvolvimento e o pessoal da Futura Networks, que organiza a Campus Party", conta Vazquez.

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