Índice Nacional de Confiança aponta otimismo após seis meses de queda
Índice Nacional de Confiança aponta otimismo após seis meses de queda

Classes D e E estão mais dispostas a consumir no fim do ano, diz Associação Comercial de SP

Índice Nacional de Confiança aponta otimismo após seis meses de queda

Estadão PME,

23 de dezembro de 2015 | 16h39

Os brasileiros pertencentes às classes D e E estiveram mais confiantes para consumir neste fim de ano. O otimismo foi constatado pelo Índice Nacional de Confiança da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o que levou o varejo a desenvolver campanhas específicas para este segmento da população, que apresenta maior chance de compras.

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Ainda em relação ao consumo, houve uma queda daqueles que consideram sua própria situação financeira ruim. Em novembro deste ano, 53% dos entrevistados afirmavam ter uma situação financeira desfavorável, índice que cai para 50% em dezembro.

De acordo com o presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti, a chegada do 13º salário contribui para a melhora na percepção da situação financeira. "Essa elevação do INC, porém, não indica uma tendência. É cedo ainda para falar em retomada da confiança, tratando-se, portanto, de uma melhora meramente circunstancial. É preciso aguardar os próximos índices para confirmar se há ou não uma tendência", pontua Burti.

Otimismo. Após seis meses de queda, o Índice Nacional de Confiança da ACSP registrou uma elevação do otimismo do brasileiro em relação à economia. Foram 77 pontos em dezembro, leve alta em relação aos 72 pontos registrados em novembro. Há um ano, porém, este índice era de 148 pontos.


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