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Cinco dicas de bons segmentos para você começar um comércio online hoje

Textos esclarecem dúvidas frequentes de empreendedores sobre legislação e tributos

Marcelo Osakabe,

27 de agosto de 2014 | 07h03

 O Sebrae oferece à partir de hoje, na internet, duas novas cartilhas para auxiliar empreendedores que têm ou pensam em abrir um e-commerce. 

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Os documentos ajudam a esclarecer dúvidas comuns em temas como tributação e outros aspectos legais do e-commerce. Segundo a coordenadora nacional de comércio eletrônico do Sebrae, Hyrla Marianna Silva, os dois temas causam muitas perguntas nos eventos que a instituição organiza ou participa. “No caso da legislação, o panorama mudou por causa do decreto que regulamentou o código de defesa do consumidor para o comércio eletrônico. No caso dos tributos, os pequenos têm muita dificuldade para entender como funciona a substituição tributária e se os microempreendedores individuais (MEI) são obrigados a emitir a nota fiscal eletrônica, por exemplo”. 

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 Além dessas cartilhas, o Sebrae também prepara um terceiro documento para ajudar o empreendedor na construção do site de vendas. Serão abordados temas como ‘usabilidade’ e design, dicas para apresentar produtos, descrevê-los e classificá-los. A nova cartilha ficará pronta nos próximos meses.

Cinco dicas de segmentos bons para começar

Os especialistas Alessandro Saade, da Business School São Paulo, e Pedro Guasti, da E-bit, dão ideias de bons nichos para investir.  

Ganhar tempo

Serviços que ofereçam conveniência e liberem tempo do cliente, como assinaturas para fraldas e outros produtos de bebê, vinhos e até roupa. 

Bem-estar

Orientação esportiva, nutricional, serviços para acompanhar o dia a dia do cliente e também oferecer refeições saudáveis em casa são tendências. 

Finanças

Consultorias que periodicamente enviam modelos de análise e a assinatura gratuita de applicativos que fazem esse mesmo tipo de controle.

Diversão

Tudo que envolve viagens, gastronomia, enologia, além de empresas que criam roteiros personalizados com base no cliente têm chances no setor.

Segmentos

Para Pedro Guasti, da E-bit,  os quatro setores que estão nas últimas colocações da pesquisa Webshoppers são boas oportunidades de negócio por estarem subdesenvolvidos: casa e decoração, eletrônicos, esporte e lazer, brinquedos e games.

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