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Cheque especial da empresa destoa e fica mais alto em janeiro

Boa notícia fica por conta das reduções observadas nas modalidades capital de giro e desconto de duplicata

ESTADÃO PME,

16 de fevereiro de 2012 | 10h31

 A taxa de juros da modalidade conta garantida, espécie de cheque especial usado pelas empresas, fechou janeiro em 6,12% - ela está maior, portanto, do que o porcentual de 5,33% registrado em janeiro do ano passado. O comportamento desta taxa destoa das outras duas modalidades de empréstimos à pessoa jurídica monitoradas mensalmente pela Anefac, entidade que reúne os executivos de finanças do País.

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No caso dos juros das linhas de crédito para capital de giro, a taxa média em janeiro de 2012 foi de 2,44%, menor do que os 3,17% registrados no primeiro mês de 2011. No caso dos juros para a modalidade desconto de duplicatas, a taxa caiu de 3,15% para 2,80%.

De acordo com os especialistas da Anefac, os juros para a pessoa jurídica devem cair mais nos próximos meses por conta dos ajustes feitos pelo Banco Central na taxa básica da economia brasileira, a Selic, hoje em 10,5% ao ano. Essa taxa serve de referência a todas as outras praticadas pelo mercado, daí sua importância na economia.

Além de buscar linhas de créditos nos bancos de varejo tradicionais, o pequeno empresário pode recorrer aos empréstimos em bancos de fomento - como o BNDES e a Nossa Caixa Desenvolvimento, em São Paulo. No caso da Nossa Caixa, a instituição informa ter uma boa quantia para emprestar aos empreendedores: R$ 680 milhões.

Para tomar dinheiro emprestado, nesse caso, a empresa deve ter faturamento anual entre R$ 240 mil e R$ 300 milhões.A agência oferece linhas para projetos de investimento, compra de máquinas e equipamentos, capital de giro e franquias.

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