Alex Silva/Estadão
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Chef busca expansão com modelo de rotisseria na Grande São Paulo

Abrir uma rotisseria da La Quottidiana exige um investimento de R$ 160 mil

Gisele Tamamar, Estadão PME,

27 de fevereiro de 2015 | 07h26

Quem lê o nome de Sergio Arno pode até pensar que ele está envolvido com o mercado de eletrodomésticos, mas o negócio dele é mesmo a gastronomia. A empresa Arno foi criada pelo seu avô, mas não pertence mais a família; e Sergio fez sucesso logo com seu primeiro restaurante, aberto em 1987.

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Apesar do investimento em restaurantes e até a abertura de franquias do La Pasta Gialla, Sergio tem uma outra aposta para 2015: franquias da rotisseria La Quottidiana. Segundo ele, são operações mais simples, com menos funcionários e demandam uma cozinha menor.

Outro ponto positivo é o funcionamento em horário comercial. Ao contrário do restaurante, que exige mão de obra intensa e dedicação até mais tarde. “É preciso estar com os pés no chão, mas acho que conseguimos abrir mais cinco lojas”, afirma Sergio, que começou a cozinhar com sete anos e estudou na Itália antes de abrir seu primeiro restaurante.

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Lançada há seis meses, a franquia já tem cinco operações na cidade. “Pelas dificuldades do trânsito, lei seca e assaltos, a demanda nos restaurantes caiu à noite. Mas as pessoas continuam comendo e uma das opções é comprar comida para finalizar em casa. A rotisseria tem uma expansão mais forte e mais fácil do que um restaurante”, explica Sergio.

Abrir uma rotisseria da La Quottidiana exige um investimento de R$ 160 mil, com retorno previsto em 15 meses. O faturamento médio estimado pelo empresário é de R$ 80 mil por mês. Por enquanto, a expansão é focada em São Paulo. 

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