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Catarinense investe na inovação de lenços umedecidos

Grupo FW lançou primeira versão biodegradável e também foi pioneira em toalhas umedecidas que repelem insetos

Redação, O Estado de S.Paulo

23 de agosto de 2017 | 10h55

Buscar a inovação é uma premissa de sucesso para empresas que procuram estar alinhadas com práticas sustentáveis e que não agridam o meio ambiente. Foi com esse foco que o Grupo FW, uma pequena empresa de Santa Catarina, conseguiu levar novidades a um artigo aparentemente pouco propenso a elas: o lenço umedecido. 

O negócio especializado no segmento de higiene pessoal, fundado em 2008, é responsável pelo lançamento das primeiras toalhas umedecidas 100% biodegradáveis do Brasil e também de lenços umedecidos repelente de insetos.

Linhas. Os lenços umedecidos biodegradáveis são produzidos a partir de fibras naturais de origem vegetal, obtidas através da polpa da madeira por um processo ecológico. De acordo com o Grupo WF, são utilizadas madeiras de manejo sustentável e o material é 100% natural e biodegradável. O produto possui também ingredientes como manteiga de karité, extratos naturais de erva cidreira e aloe vera que servem para hidratar e proteger a pele. 

“Sabemos que os pais não pensam apenas no conforto, mas no futuro do bebê. Essa foi nossa inspiração. É uma forma delicada e sustentável de deixar o bebê sempre limpinho, hidratado e muito cheiroso”, comenta Rodrigo Flor,  diretor de marketing do Grupo FW.

Os lenços umedecidos que repelem insetos, produto inédito no mercado brasileiro, possuem

uma fórmula sem álcool e livre de DEET, um ingrediente ativo encontrado nas fórmulas de muitos repelentes.  “O primeiro lenço umedecido com repelente do Brasil foi dermatologicamente testado. Oferece proteção por até quatro horas e pode ser reaplicado até três vezes ao dia. Repele mosquitos, pernilongos e outros insetos, inclusive o mosquito que pode transmitir o zika vírus, a dengue, a chikungunya e a febre amarela”, afirma o diretor de marketing. Segundo a empresa, a eficácia foi comprovada em testes laboratoriais contra as espécies Aedes aegypti, Anopheles albimanus e Culex quinquefasciatus.

 

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