George Haeffner/Divulgação
George Haeffner/Divulgação

Brasileiros criam máquina para cultivar horta orgânica em casa

Primeira versão do produto rendeu a trio de empreendedores um faturamento de R$ 2,5 milhões

Vivian Codogno, O Estado de S. Paulo

06 de abril de 2017 | 11h57

Há tempos a alimentação orgânica deixou de ser assunto para um nicho específico de consumidores considerados exigentes. De olho em um mercado que cresceu mais que o dobro em área de plantio nos últimos três anos de acordo com Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), um trio de empresários decidiu levar o cultivo desses alimentos para a casa dos usuários.

A estratégia de Thomas Kollmann, Bernardo Mattioda e George Haeffner é chegar ao varejo amplo e, para isso, lançam a versão 'econômica' do eletrodoméstico semelhante a uma estufa. Mais barata do que a primeira versão, colocada em lojas premium há dois anos com preço sugerido de R$ 2.490, a faceta mini deve custar R$ 1.099 e chega a lojas como Americanas e Leroy Merlin.

"Moramos em centros urbanos e a resposta para a alimentação de qualidade está no campo. Nossa proposta é aproximar as pontas", explica Bernardo Mattioda. "Ao criar o conceito, envolvemos o pessoal do gourmet, o vegetariano e o que costa de cultivar plantas em casa", pondera o empreendedor.

A principal aposta dos empresários é a de que o preparo caseiro de alimentos seja uma tendência que veio para ficar nos lares dos clientes de classe média. "A cozinha tem voltado a ser o coração da casa", avalia Mattioda. 

O primeiro lançamento rendeu ao trio de empreendedores um faturamento de R$ 2,5 milhões. Agora, com a versão compacta, eles pretendem somar ao montante a comercialização de pelo menos mais 1500 unidades até o fim deste ano. 

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