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Bicicleta elétrica dobrável ainda carrega bateria de smartphone

Criada por um trio de argentinos, veículo chega a 25km/h

Renato Oselame, Estadão PME,

09 de junho de 2014 | 14h29

Um trio de inventores argentinos desenvolveu uma bicicleta dobrável e movida a energia elétrica para utilização nas grandes cidades. Batizada de Gi Bike, o protótipo permite que o seu usuário dobre o modelo para fazê-lo caber em espaços apertados, como elevadores e trens do metrô. Para isso, basta segurá-la pelo guidão e erguê-la de modo a juntar as duas rodas do veículo. Em um segundo, ela se reduz a metade do tamanho.

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A bicicleta também oferece uma série de outras praticidades. Para servir de meio de transporte nos centros urbanos, ela é alimentada por energia elétrica e pode atingir até 25 km/h sem o auxílio do condutor. A bateria demora cerca de 4 horas para carregar e permite pedalar por mais de 60 km. Além disso, a Gi Bike oferece integração com o smartphone, que pode ser carregado durante a viagem e utilizado como GPS. E, para garantir a segurança, o veículo também trava as rodas automaticamente assim que o dono desce do banco e se afasta.

O protótipo já arrecadou mais de US$ 112 mil por meio do Kickstarter, plataforma online de financiamento colaborativo. Para conseguir uma Gi Bike, basta contribuir com a produção da primeira série limitada de bicicletas, mas os preços são salgados. O modelo mais barato sai por US$ 2.590, mas não é movido a energia elétrica. Para comprar uma Gi Bike com este sistema, o valor mínimo de contribuição é de US$ 2.990.

 

 

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