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Bandeja voadora é estratégia de rede inglesa para chamar atenção e lotar o restaurante

Rede inglesa trocou garçom por avião-robô na cidade de Londres; drone já é alternativa até para entrega de pizza pelo mundo

Estadão PME,

14 de junho de 2013 | 13h13

Uma rede de sushi ganhou destaque do público e da imprensa nesta semana por inovar no atendimento aos clientes. A YO! Sushi, já famosa por ter sido a primeira de Londres a adotar o conceito de  “sushi em movimento” - em que duas esteiras circulam com os pratos recém preparados pelo entorno do estabelecimento - desta vez deu um passo além. A casa introduziu a bandeja voadora, capaz de entregar os pedidos inclusive nas mesas localizadas do lado externo, na calçada do restaurante.

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Batizado de iTray (iBandeja, em tradução livre), a inovação é adotada como estratégia para impulsionar as vendas dos novos pratos da casa, uma linha de hambúrgueres com inspirações orientais. Seu funcionamento é  possível graças a um pequeno avião-robô, também conhecido como drone ou, no Brasil, veículo aéreo não tripulado (Vant). Equipado com um sistema de Wi-Fi, o aparelho se integra a um tablet, por sua vez, operado por um funcionário do estabelecimento.

No momento, o iTray voa apenas em uma unidade da rede, na Poland Street, no centro da capital inglesa. Mas a expectativa dos fundadores, em entrevista ao jornal britânico The Telegraph, é de que, após um período de testes, a inovação possa ser ampliada para toda a cadeia de lojas, que hoje se estende pelo Reino Unido.

A ideia parece excêntrica, mas é bom que o empresário abra os olhos para a massificação dos drones pelo mundo e como o mercado, sobretudo as redes de alimentação, começam a explorá-los como diferencial competitivo.

Recentemente, a norte-americana Domino's Pizza divulgou um vídeo em que demonstra como seria o uso deste veículo, por eles denominado como Domicopter, para levar as encomendas até a casa dos consumidores (assista o vídeo no final da matéria).

O local escolhido para o teste foi justamente no Reino Unido. De acordo com nota à imprensa, a rede afirma que "o objetivo da iniciativa é estudar novas formas de entrega de produtos"

De volta ao Brasil, o Estadão PME publicou no final de maio uma matéria que indica que, apesar de envolver alta tecnologia, os drones não estão tão distantes assim do mercado nacional. A matéria contou a história do brasileiro Giovani Amianti, engenheiro mecatrônico e sócio da XMobots. Aos 30 anos de idade ele acaba de lançar o primeiro drone com tecnologia nacional com decolagem, plano de voo e aterrissagem totalmente automáticas. O empresário já fatura R$ 1,4 milhão em 12 meses com seu empreendimento e, para o próximo ano, espera dobrar essas receitas.

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