Apple mantém escritório de Steve Jobs intacto desde sua morte, há 4 anos

Tim Cook deve preservar a sala mesmo após construção da nova sede da empresa, com inauguração prevista para 2016

Estadão PME,

20 de março de 2015 | 06h58

 

A presença de Steve Jobs, co-fundador da Apple morto em 2011, ainda paira sobre a gigante companhia do Vale do Silício, na Califórnia (EUA). Tim Cook, atual presidente, disse em entrevista para a revista Fast Company, reproduzida neste blog do Washington Post, que a sala onde atuava uma das mentes mais revolucionárias da história da tecnologia continua da mesma forma como Jobs a deixou pela última vez.

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"Eu ainda não decidi o que fazer com ele. Mas eu quero manter o escritório exatamente como ele era. Eu não queria me mudar para lá. Acho que ele é uma pessoa insubstituível e por isso não me sentiria bem", disse o executivo, que hoje ocupa o posto máximo dentro da empresa que tem um valor de mercado avaliado em US$ 670 bilhões.

A declaração vem em meio a dois grandes acontecimentos importantes para a história da empresa. O primeiro, o lançamento recente do Apple Watch, relógio inteligente que representa a primeira incursão da companhia no mundo dos aparelhos vestíveis.

Em segundo lugar, a mudança de alguns departamentos da empresa para o novo endereço -  o Apple Campus, uma edificação futurística de US$ 5 bilhões que lembra um nave espacial e que será a nova base da empresa a partir do final de 2016.

"No começo eu não conseguia ir até lá. Era demais pra mim. Agora eu tenho um apreço muito maior em estar lá, mesmo que não vá frequentemente. Assim, seu computador ainda está lá como era, sua mesa ainda está lá como era, ele tem um monte de livros lá dentro. Laurene [viúva de Jobs] levou algumas coisas para casa. Seu nome ainda deve estar na porta. Essa é apenas a maneira que deve ser", contou Cook a Rick Tetzeli e Brent Schlender, responsáveis por uma nova biografia de Jobs. 

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