Após queda histórica, faturamento do franchising cresce 8,1% no segundo trimestre

Receita acumulada no período foi de R$ 35,1 bilhões ante os R$ 32,5 bilhões três primeiros meses do ano passado; índice não considera a inflação, que foi de 1,75%

Estadão PME

02 de setembro de 2016 | 15h47

Após uma série de quedas históricas, o faturamento do setor de franchising no Brasil apresentou índices positivos de crescimento no segundo trimestre de 2016. A receita acumulada no período foi de R$ 35,1 bilhões, ante os R$ 32,5 bilhões três primeiros meses do ano, um crecimento de 8,1%. Do montante, porém, não está descontada a inflação, que foi de 1,75% no acumulado do trimestre.

O índice está dentro da expectativa da Associação Brasileira de Franchising (ABF), responsável pelos dados do setor, que afirmou no ano passado esperar que o setor cresça entre 6% e 8% em termos nominais.

“Esperamos agora que, com o consumidor lentamente recuperando sua confiança e a potencial estabilização no campo político, possamos buscar melhores resultados. Entendemos também que as ações de estímulo ao consumo, que foram muito importantes nos últimos meses, devem continuar a fim de manter o interesse do consumidor”, afirma a presidente da ABF, Cristina Franco. 

No ano passado,  o segmento apresentou queda real - descontada a inflação - de 2,18%. Trata-se do pior resultado já capturado pela série histórica, que começou a ser computada pela Associação em 2003.

Por segmentos, o melhor desempenho esteve em Esporte, Saúde, Beleza e Lazer, com uma receita 15% maior. Acessórios Pessoais e Calçados cresceram 10%, assim como Negócios, Serviços e Outros Varejos. Os negócios que envolvem Lavandaria, Limpeza e Conservação e os Serviços Automotivos acumularam uma receita 9% maior. 

 

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