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Aplicativo empresta visão de voluntários para pessoas cegas

Por meio de um banco de dados, pessoas com deficiência visual localizam indivíduos dispostos a ajudar

Estadão PME,

19 de janeiro de 2015 | 07h00

Pedir uma orientação ou ajuda em um trajeto pode ser uma atitude difícil, e muitas pessoas não se dispõem a colaborar. Para pessoas com deficiência visual, este pode ser um desafio ainda maior. Por isso, o aplicativo Be My Eyes busca conectar pessoas cegas com voluntários dispostos a ajudá-las de forma remota.

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Criado pelo deficiente visual Hans Jorgen Wiberg, o aplicativo atua como um banco de dados que indica ao voluntário, por vídeo, a localização da pessoa que precisa de ajuda e a sua demanda. O usuário com deficiência visual posiciona o celular perto dos olhos e transmite, em tempo real, o trajeto que está percorrendo. 

Assim, quem está "oferecendo" seus olhos narra à pessoa com limitações de visão o que está vendo adiante. Quando o usuário faz o download, o aplicativo questiona se é cego ou se enxerga, em vez de perguntar se está precisando ou oferecendo ajuda. Os voluntários são localizados conforme os dados de disponibilidade que informam no momento do cadastro.

Até o momento, mais de 8300 pessoas já se inscreveram para ajudar e há 798 deficientes visuais registrados. Neste momento, há 1500 pessoas ajudando outras por meio do aplicativo.

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