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Advogada deixa o emprego para vender sangria, tradicional bebida espanhola até na praia

Para 2015, Natasha planeja entregas com bicicletas elétricas e até um food truck

Gisele Tamamar, Estadão PME,

28 de dezembro de 2014 | 08h00

A advogada Natasha Steglich Glycerio, de 25 anos, gostava de fazer sangria, a tradicional bebida espanhola que leva frutas e vinho, para os amigos. Mas o que era apenas uma tarefa para tornar as reuniões mais agradáveis se tornou um negócio. Tanto que Natasha resolveu largar o emprego e investir na Sangria da Nat para vender sangria em eventos e feiras no Rio de Janeiro.

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A sangria feita pela advogada já fazia sucesso entre os amigos. Foram eles, inclusive, que a incentivaram a apostar no negócio e o evento de lançamento foi justamente a inauguração de uma loja, no dia 10 de setembro. "Desde então, toda semana tenho várias encomendas, eventos e feiras. Foi bem rápido. Não imaginava que ia ter tanta demanda tão rápido", conta Natasha, que investiu entre R$ 8 mil e R$ 10 mil para iniciar o empreendimento.

Natasha vende a sangria em três sabores: vinho branco, vinho tinto e espumante. Cada receita leva uma variedade de frutas e nenhuma tem adição de açúcar. A bebida ainda é comercializada em garrafas de 1,5 litro, 1 litro e garrafinhas de 300 ml. Já em feiras gastronômicas e de moda, um copo de sangria custa R$ 10 e uma garrafinha, R$ 15. Por não levar conservantes, a validade do produto é de três dias.

Ano novo. "Estou bem otimista com o verão e a aceitação do público", afirma Natasha. Tanto que ela planeja para a primeira semana de janeiro uma bicicleta elétrica customizada para fazer entregas (encomendadas) da sangria nas praias. "Estamos estudando as melhores maneiras para atender esse público. E estamos esperando a legalização do food truck no Rio de Janeiro; espero conseguir concretizar esse projeto em 2015 também", afirma.

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