Felipe Rau/Estadão PME
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A vida dos empreendedores depois da venda milionária de suas empresas

Empresários de sucesso contam como ficaram suas rotinas logo após a venda milionária de seus empreendimentos

Renato Jakitas, Estadão PME,

26 de fevereiro de 2014 | 12h00

Eles não ganharam na Mega-Sena, mas um belo dia consultaram o extrato bancário e suspiraram satisfeitos com o número de zeros à direita na escala decimal de suas finanças. Em comum, esses personagens conseguiram erguer empresas bem sucedidas, atraíram a atenção de um comprador e saíram dessa situação com o bolso cheio de dinheiro – suficiente para nunca mais trabalhar na vida. Mas como se uma coincidência não bastasse, todos eles ressurgiram pouco depois com um novo negócio.

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“Se me perguntam porque é que eu continuo a trabalhar, digo que é para ter o que fazer”, conta Ernesto Haberkorn, um dos fundadores da Totvs, que há sete anos levantou com os sócios R$ 450 milhões durante a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

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"R$ 100 milhões ou R$ 500 milhões não fazem diferença" 

"Eu quero é deixar um legado para a família"

"Sabe de uma coisa? Eu não volto"

"Sinto falta dos amigos que formei"

“Essa história de aposentadoria, pelo menos para mim, é uma conversa, não tem jeito”, rechaça Ricardo Sayon, que vendeu a Ri Happy em 2012 para o fundo de investimento Carlyle. “A única coisa que nunca me faltou na vida foi trabalho. Isso é uma coisa que você precisa tomar cuidado para que ele não seja desmensurado. Todo dia tem alguma coisa para melhorar”, afirma o empreendedor que, estima-se no mercado, tenha embolsado aproximadamente R$ 600 milhões com a comercialização de suas lojas de brinquedos.  Confira as quatro histórias nos links abaixo:

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