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A história do comércio eletrônico de óculos que recebeu R$ 3,2 milhões de investimentos

Todos os produtos são fabricados por empresas asiáticas e vendidos pelo site por um só preço

Rodrigo Rezende, Estadão PME,

20 de agosto de 2013 | 06h50

O comércio eletrônico de óculos recebeu investimentos que somam R$ 3,2 milhões. A Lema 21 começou suas atividades no Brasil em janeiro de 2013 e espera vender nove mil itens até o final do ano. O seu desafio atual é aumentar a divulgação da marca e o número de produtos e clientes.

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Os aportes foram feitos por investidores anjos e um fundo de investimento da Califórnia. Segundo Jonathan Assayag, um dos sócios da Lema 21, a proposta do negócio é vender óculos de alta qualidade e design próprio. Até o próximo ano, a empresa pretende dobrar o número de produtos de seu portfólio, que hoje possui cerca de 130 itens. Todos são fabricados por empresas da Ásia.

Um dos diferenciais do empreendimento, conta o empreendedor, é o preço do óculos. "Esse é um mercado em que o consumidor é forçado a pagar preços absurdos", afirma. "Na Lema 21, todos têm o mesmo preço: R$ 267."

Além disso, o site conta com ferramentas que prometem ajudar o consumidor a ter uma experiência de compra diferente. O cliente pode provar o produto de maneira virtual, onde verifica como ficaria o óculos no seu próprio rosto. Ou pode optar por receber um kit com quatro armações para experimentá-las em casa e escolher.

Início. O brasileiro Jonathan Assayag morou nos Estados Unidos por 19 anos, onde estudou engenharia e economia, e conheceu sua sócia, também brasileira, que atuou por cerca de 10 anos na área de moda. Juntos, eles tiveram a ideia da Lema 21 no final de 2011, e levaram um ano para desenvolver a empresa. "Após identificar a oportunidade de atuar nesse segmento, continuamos as pesquisas e os estudos para entender tudo sobre esse mercado", diz Assayag.

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