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Tempo gasto no deslocamento em grandes cidades também prejudica mulher
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34% das empreendedoras atuam em casa, diz Sebrae

Opção surge por conta do preço alto dos aluguéis corporativos, mas também porque as mulheres querem ganhar tempo para cuidar da educação dos filhos

Renato Jakitas, Estadão PME,

26 de março de 2015 | 11h03

A carioca Rosângela Loureiro sempre fez balas de coco para vender na rua. Mas foi quando o marido perdeu o emprego, há 20 anos, que ela precisou incrementar a produção. “Era uma coisa sem muito compromisso e, de repente, ficou sério”, lembra ela, que desde então mantém dentro de casa o negócio que sustenta a família. “Queria ter uma loja, mas o custo é alto.”

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A história de Rosângela se confunde com a de outras mulheres. Segundo anuário divulgado pelo Sebrae, cruzando dados do IBGE de 2012, o País tem 7,3 milhões de empreendedoras, formais ou não (contra 16,1 milhões de homens). Dessas, 34% trabalham em casa, dividindo o dia entre os filhos, o marido e o trabalho. “Elas fazem isso pelo preço que é sair de casa e alugar um espaço, a dificuldade com a locomoção em grandes centros, demorando duas, três até quatro horas para chegar ao trabalho, e a opção por ficar perto dos filhos”, afirma o presidente do Sebrae Luiz Barretto.

Segundo a publicação, a cada 100 empreendedoras, 68 têm ao menos um filho e 92% delas realizam as atividades domésticas, assim como Rosângela. “Outro dia, era umas 23h quando minha filha de 10 anos pediu para parar de trabalhar. A gente tem de se desdobrar.” 

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