Você pode até se livrar do vírus, mas jamais vai deixar o Facebook

Daniel Fernandes

09 de junho de 2015 | 07h30

Sabe quando você tem certeza que está absolutamente no caminho certo, que está sem dúvida nenhuma ‘nadando de braçada’ em um mercado (qualquer um)?
Você sabe quando, por incrível que pareça, surge um problema que parece ser o fim do mundo para muita, mas muita gente mesmo.
A teoria – e basta frequentar qualquer curso de MBA – indica que hoje as empresas tem de construir marcas, lançar produtos, que conquistem o coração do consumidor. Na economia moderna, em que todos competem com todos por qualquer espaço, ser revelante é o que importa.
Você sabe isso de diversas maneiras, mas sabe também (e principalmente?) quando consumidores ficam absolutamente assustados quando alguma coisa dá errado. E foi exatamente o que aconteceu com o Facebook no Brasil na última segunda-feira, dia 9.
No começo do dia pessoas começaram a marcar outras pessoas em uma postagem com título (e link!!!) instigante (no caso atual, com a sugestão de conteúdo erótico). Basta clicar para o usuário abrir espaço em seu computador para um programa que poderá publicar mensagens em seu nome.
A onda, assim como o alcance do vírus, foi crescendo, crescendo, crescendo e no fim da segunda-feira já circulavam pela própia rede social vários alertas, mensagens e dicas sobre como se livrar do mal – no caso, malware. Certamente o Facebook trabalhou para conter esse problema, mas para quem olha de fora, o que ficou claro, mais uma vez, é a importância que a rede sociail adquiriu nas vidas de (todos?) os consumidores.
E não é isso que todo empreendedor busca?
Em tempo, o Link do Estadão publicou uma série de dicas sobre o que você pode fazer para se livrar do problema. Clique para mais informações – e isso não é um vírus 🙂
Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e, como você, usuário do Facebook.
 

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