Testando o futuro

Daniel Fernandes

16 de outubro de 2014 | 06h00

Rafael Mambretti escreve às quintas-feiras
No começo do mês escrevi aqui que uma das nossas mais recentes evoluções foram as scooters elétricas. Passamos meses testando antes de colocarmos para rodar e prestar serviços. O que estávamos testando não posso escrever aqui, sabe como é, temos concorrentes e as informações são estratégicas, já que eles vão seguir o líder, melhor que descubram por si mesmos =)
Tranquilamente afirmo: somos a primeira empresa no país a oferecer esse tipo de serviço. Também escrevi diversas vezes aqui que nosso projeto foi concebido para tornar-se uma empresa de logística no longo prazo e não simplesmente ser uma empresa “que faz entregas de bicicleta”.
Reparem que no nosso nome não tem bicicleta ou bike, tem um dos nossos pilares: Carbono Zero! Outros dois pilares são: pessoas e lucro, afinal, somos uma empresa. Planeta, pessoas e lucro, balize seus empreendimentos nessas variáveis e seja bem-vindo ao que chamamos de setor 2,5. Seja bem vindo ao futuro!
Semana passada minhas duas bicicletas estavam quebradas (!), pois é, acontece. Uma me deixou na mão na segunda-feira a outra (a reserva), no dia seguinte, na terça-feira. Falha minha, fiquei meses sem usar as bicicletas e nem sequer me preocupei em dar uma olhada geral e preventiva. Paguei o preço! Mas foi bom, no período que estava sem as bicicletas tive a oportunidade de rodar uma semana com uma scooter elétrica. Resultado? Parecia que eu estava andando no futuro, lembra ou já ouviu falar nos Jetsons? Me senti saindo do desenho, barulho mínimo, parecia uma espaçonave. Performance excelente, a autonomia deu e sobrou para as minhas necessidades. Se precisasse, em 2h ela tava 100% carregada novamente, basta uma tomada convencional 110v.
Testei o futuro e gostei, está aprovado. Um dia terei uma. O futuro é isso, com tecnologia darmos possiblidade das pessoas contribuírem e se sentirem parte diretamente dessa contribuição. Enquanto ela não chega ao mercado convencional, você pode – mais ainda – ajudar chamando a gente. O planeta agradece =)
Um abraço,
Rafael

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