Quer se dar bem nos negócios? Siga a teoria do filme Escola do Rock

Daniel Fernandes

21 de julho de 2014 | 15h29

Parte do elenco, dez anos depois
Recentemente, e tenho certeza que foi por culpa do algorítimo do Facebook, reapareceu na minha timeline fotos da reunião de dez anos dos atores do filme Escola do Rock. O encontro ocorreu no fim do ano passado. Sucesso de público (não tenho certeza se foi de bilheteria), o filme contava a história de um músico que assume – sem a escola saber – o papel de professor de crianças.
O professor era interpretado por Jack Black e, sem saber o que fazer com aquelas crianças, ele passa a ensiná-las música. E forma uma banda para que o grupo pudesse participar de um concurso, muito comum nos Estados Unidos, em que bandas duelam por um prêmio – as famosas batalhas de bandas.
O resto da história você conhece.
Já que sempre procuramos falar de empreendedorismo aqui (admito, pelo menos no meu caso, que nem sempre conseguimos), me ocorreu o seguinte: muito se fala sobre a importância das marcas, sobre como as marcas podem (ou devem) ser revelantes para os consumidores.
E acho que esse filme é o típico exemplo de como é bacana quando essa mágica acontece. A história era difícil de engolir. Um professor que ensina rock´n roll aos alunos escondido dos pais e da escola. Pior: quem seria o público-alvo do filme? Jovens, crianças, adultos?
Mas aí a mágica aconteceu. A rede de escolas de música que ensina rock para crianças e jovens, que inspirou o filme, ajudou e o público adotou a história. E aí, a coisa não parou mais de crescer. E a história cativou jovens, crianças e adultos. O que isso tudo tem a ver com empreendedorismo? Nada ou tudo, afinal, o filme é o exemplo claro da necessidade  cada vez maior –  de transformar consumidores em fãs.
Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e escreve no Blog do Empreendedor bem de vez em quando.

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