Perspectivas 2013: 'Franquia de serviço é mais difícil do que de produto'

Daniel Fernandes

03 de janeiro de 2013 | 11h38


Empresária pretende lançar projeto de franquias em fevereiro


Adriane Silveira, idealizadora da Nannydog, já definiu o modelo de crescimento da sua empresa. Vai abrir franquias da sua empresa, uma espécie de serviço de babá para cachorros que funciona em São Paulo. Mas apesar da segurança sobre o que pretende fazer, a decisão não elimina toda a correria que o processo envolve.
“Vou evoluir em 2013 com o projeto de franquias. Estou prevendo o lançamento para fevereiro e está em cima. Por isso, estamos finalizando os detalhes. Franquia de serviço é muito mais difícil do que franquia de produto”, afirma a empreendedora.
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O processo pelo qual Adriane passa, aliás, serve de aprendizado a todo dono de pequeno negócio que um dia imaginou crescer com a oferta de franquias a possíveis interessados. “Uma franquia de restaurante há uma série de pontos padrão para todo mundo. No caso do serviço, não tem padrão. O que existe é que você quer oferecer o melhor serviço. Mas qual o padrão?
A empresária também buscar diversificar sua atuação e pensa em adotar uma estratégia para tornar sua marca mais conhecida. “Eu busco um parceiro para criar uma espaço de bem-estar para cães, algo um pouco diferente do que existe hoje, que são as creches”, revela. “É para lazer mesmo.”
A economia nacional, que anda patinando nos últimos meses, não assusta a empresária. “Mesmo o PIB tendo ficado abaixo da expectativa, o que influencia diretamente o mercado, o que consigo perceber é que uma boa parcela da população não sofre nenhum tipo de consequência. Moro na região dos Jardins e posso afirmar que o consumo é absurdo. Lojas lotadas. Lógico que temos muitos estrangeiros, mas que também fazem a maquina movimentar”, conclui.

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