Nos bastidores com o baterista dos Ramones

Daniel Fernandes

07 de maio de 2014 | 06h28

Na foto, Marky Ramone, Supla e o mais famoso de todos…Chincho Cabrón, mestre pimenteiro da De Cabrón
Minhas costas doem. Bastante. Mesmo depois do peso todo da concepção e do lançamento do molho do Marky Ramone, uma lenda viva do punk rock, ter saído…das nossas costas. As últimas semanas foram intensas, como naqueles últimos metros da maratona de Estocolmo, uma das mais importantes do mundo.
O joelho já doía ontem às duas da manhã, mas a satisfação de ver o brilho nos olhos da equipe, envolvida e empolgada, não teve preço. Ouço uma voz, ao longe, de um cabrón em uma roda: “Se em menos de dois anos de existência fizemos o molho do Marky Ramone, imagine daqui a dez anos”.
Não me contive e também entrei na conversa. Olhando para trás vejo o quanto galopante é nosso desenvolvimento e a dimensão da legião de fãs que conquistamos a cada dia, assim como o lendário baterista, Marky Ramone, fez e faz.
Marky surpreendeu quem tinha preconceito com a figura do baterista punk. Marky mostrou-se sempre bem-humorado e atencioso – mesmo depois de passar dezessete horas viajando com escalas em três países diferentes -, dando atenção a todos os mortais que se aproximavam, posando para fotos e autografando vidros de pimentas.
E foi um dos últimos a ir embora. Marky agora tem uma missão muito importante: carregar nossa bandeira e nos ajudar a desbravar novos mercados, tornando nossa viagem mais tranquila em momentos de crise e desaceleração da economia brasileira. É preciso, e saudável, diversificar os nichos de mercado para não ficarmos reféns.
Agora nossa próxima meta é transformar Santa Cruz do Rio Pardo na capital da pimenta aqui no Brasil. Talvez pelo fato de conseguirmos utilizar a gastronomia como um agente transformador de nossa região, capacitando as pessoas e trazendo investimentos para o município. E digo novamente: Hey Ho! Let’s Go!
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