Inovar até na forma de cobrar?

Daniel Fernandes

20 de fevereiro de 2014 | 06h28

Rafael Mambretti escreve toda quinta-feira
Desde que concebemos a nossa empresa (você pode ler mais sobre a origem no nosso primeiro post), pensamos em um formato bem diferente e inovador para cobrarmos pelo nosso serviço. Na ocasião, achamos que seria inovação (leia-se complicação) demais apresentar por si só um serviço inovador e ainda “empurrar” uma nova forma de cobrança.
Resultado? Optamos por seguir o que o mercado já praticava, ou seja, o que o cliente já estava acostumado. Ótimo, uma explicação a menos, uma barreira a menos para superar. Foi bom enquanto durou. Passados mais de 3 anos, começamos a rever a nossa forma de cobrança, são mais de dois meses efetuando e elaborando exercícios para validar esse novo formato (ah! a velha ilusão de que o que planejamos acontecerá do jeito que planejamos).  Ainda não posso falar para vocês se deu certo, pois o bolo ainda não saiu do forno!
Inovar nem sempre precisa ser algo somente relacionado ao produto/serviço em si.  O que nos motiva a mudar? Queremos simplificar o entendimento do cliente, queremos eliminar subjetividade, queremos o preço mais próximo do real, ou seja, que o cliente pague pelo que realmente está usando/contratando, que o preço seja um aliado dos nossos processos, entre outras ideias.
Que nossos processos, preços, ideias e implementações imitem o nosso meio de transporte, a bicicleta, simples e eficiente, nada mais =)
Faça o exercício de refletir se no seu negócio, algo realmente não poderia ser diferente. Convide seu cliente, seu colaborador, seus amigos para pensar com você, para criticar e refletir. Tenho certeza que boas ideias surgirão e, quem sabe, novos negócios.
Um abraço!

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