Hey, ho, let´s go! Sobre rock e empreendimentos – vamos começar uma banda?

Daniel Fernandes

24 de março de 2016 | 10h48

Tem uma galera em São Paulo preparando um curso muito interessante – e até onde eu sei inédito – ligando rock e empreendimento de uma forma didática e inusitada. Eu adoro estas abordagens fora da caixa, pois são as únicas que conseguem me manter sentado numa cadeira prestando atenção.
O curso, de curta duração, vai ser realizado na FIAP , começa 6 de maio e vai conectar pontos e notas musicais, mostrando que existe muita coisa em comum entre formar uma banda e abrir uma empresa, vai ser apresentado pelos jornalistas – e fãs de rock – Daniel Fernandes, editor do Estadão PME, e Marco Bezzi, que já participou de especiais da MTV e Multishow. Ambos também são coautores do livro ‘Como o Rock Pode Ajudar Você a Empreender’, com lançamento previsto para abril de 2016 pela editora Benvirá.
Não é segredo que somos rockeiros no Pastificio Primo. De origem italiana, nossa trilha sonora nas lojas passa longe da tarantella … Estamos mais sintonizados no  Zucchero e Vasco Rossi.
Nossa ligação com o rock nos levou a criar, faz um par de anos, o projeto urbano colaborativo Rock é Massa, em parceria com a Casa do Mancha – reduto da música independente em São Paulo. Em resumo, uma vez por mês nos juntamos para oferecer uma plataforma para que bandas novas possam apresentar seu som na rua (usando como palco a caçamba de uma Kombi!!!) para um público formado de curiosos, fãs, e passantes em geral, que são surpreendidos pela intervenção sonora e artistica fora de contexto.
A próxima edição, aliás, será na sexta feira, dia 01 de abril, ao meio dia, na esquina das ruas Fradique Coutinho com a Artur de Azevedo na Vila Madalena.

Ainda sobre este assunto, o Rock é Massa terá a transmissão inédita ao vivo, via internet, feita por uma startup muito bacana – a ClapMe – que também se integra ao projeto de rua. A empresa tem a missão de ser reconhecida como a “Netflix dos shows ao vivo”, trazendo mais visibilidade aos artistas, uma comunicação direta entre os músicos e seus fãs. Assim, quem não puder participar pessoalmente, vai poder assistir de qualquer lugar do mundo ao show ao vivo – e sim, em cima de uma Kombi. Confere mais informações nos links.
Música é arte, mas também demanda profissionalismo, comprometimento, dedicação e trabalho duro. O músico sempre tem que combater o preconceito de que o criativo não poderia ser objetivo. Bem, a minha conclusão é que os músicos têm que ser ambos para dar certo. Seja em um palco no Morumbi, seja em cima da caçamba de uma Kombi.
Ivan Primo Bornes – o masseiro do Pastifício Primo é fã de Bowie, Zucchero, Beethoven e Ramones (vai entender!)

Tudo o que sabemos sobre:

Estadão PME;Blog do Empreendedor

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: