Da magia de contratar, delegar, escolher e acertar

Daniel Fernandes

01 de maio de 2014 | 08h10

Rafael Mambretti escreve toda quinta-feira
Ao longo de nossa história, além de nossos ciclistas, tivemos a necessidade de contratar pessoas para ‘cargos administrativos’. A primeira tentativa foi promover um ciclista para fazer a função de supervisor.
Resultado?
Não deu certo. Pelo menos, não da forma que esperávamos e desejávamos. A ideia era ter um ciclista que faria a supervisão dos outros na rua – checar o uso de uniforme, do capacete, prestar assistência em casos de acidente, resolver problemas, ser um primeiro atendimento para o cliente.
De alguma forma não vingou, acabávamos por utilizar o supervisor para efetuar entregas e, ao mesmo tempo, fomos percebendo que o supervisor não estava cumprindo o principal, ou seja, supervisionar.
Optamos por tentar a pessoa em uma outra função: coordenar a distribuição das tarefas. Abortamos a ideia do supervisor e criamos a função de distribuir e coordenar os trabalhos entre os ciclistas.
Resultado?
Deu mais certo e conseguimos rendimento melhor (no nosso ponto de vista). Nós não procuramos nenhuma referência, não fizemos pesquisa, não lemos livros de gestão de pessoas ou de ‘como contratar pessoas’, simplesmente identificamos uma necessidade e partimos para a prática. Em algumas ocasiões essa atitude pode dar certo, mas em outras não.
Quando fomos efetuar nossa segunda contratação, o caminho para chegar até essa pessoa foi diferente, mas a metodologia foi praticamente a mesma.
Isso não é bom.
Não tentamos algo diferente, não fizemos nossa lição de casa, basicamente, confiamos em nosso instinto. De certa forma, entendo que nos saímos melhor, mas ainda temos muito o que aprender.As pessoas são a chave da nossa (e acredito que de qualquer), empresa. São importantes e têm que ser vistas (não só), como um investimento. Pesquisar a melhor forma de atraí-las, de retê-las, de cobrá-las e recompensá-las é bem importante e necessário.
Pesquise, se informe, peça ajuda, acredite que o tempo (e o custo), que você gastará com isso será muito menor caso você erre em sua contratação.
Até mais, Rafael
 

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