As redes sociais da sua empresa pararam de funcionar? Saiba o que fazer

Diversificar canais de relacionamento com clientes deve incluir redes sociais concorrentes e site próprio, diz consultor do Sebrae; confira sete dicas para driblar ‘apagão’ digital

Redação

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Por Eder Max, consultor do Sebrae-SP

Recentemente, todos fomos afetados pela parada das principais redes sociais, e diante disso, o que podemos tirar de lição para as nossas empresas? Todos sabemos que não devemos colocar todos os “ovos” em um único pote quando falamos em investimentos financeiros e o mesmo exemplo se aplica às redes sociais. Não devemos apostar somente nelas como canal de relacionamento com os clientes.

Muitas empresas dependem 100% das grandes redes e de suas regras, mas baseados nos acontecimentos que paralisaram as redes do grupo Facebook temos que pensar em alternativas de como migrar para canais próprios. Mesmo quando muitos falam que não precisamos ter um site, cada vez mais entendemos que precisamos, sim, de um site.

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O cliente brasileiro passa muito mais tempo nas redes sociais do que navegando em sites, porém quando procura um serviço ou produto, um site é sempre acessado. Segundo a App Annie, o Brasil é, atualmente, o país com a maior média de tempo gasto em aplicativos (apps). É certo que as ferramentas são ótimas para relacionamento e vendas, ficamos todos acomodados com o seu uso de forma incondicional e não pensamos em um plano B.

O Telegram anunciou recorde de novos usuários na segunda feira, dia 4, com a queda do WhatsApp. O ano de 2020 foi marcado pela aceleração digital nos negócios e na sociedade de forma geral aumentando muito o número de usuários conectando, curtindo, compartilhando, fazendo lives e por aí vai… mas a pergunta é: qual o plano B? E se o Facebook e as demais ferramentas da empresa ficarem fora do ar por dias?

Empresas que dependem exclusivamente de redes sociais para vender podem sofrer com ‘apagão’ digital. Foto: Unsplash/@jeremybezanger

A questão é que muitos empresários não desenvolvem novos canais em outras redes como Telegram ou Google Meu Negócio, que é uma grande ferramenta estratégica para o posicionamento nas buscas do Google.

O Telegram comporta grupo de até 200 mil membros que podem ter acesso ao conteúdo passado antes da sua entrada no grupo, diferencial que não há no WhatsApp. Quando falamos em chat, temos outras diversas disponíveis para serem ativadas em sites e lojas virtuais. Pensando em um Plano B, toda empresa deveria ter o seu perfil no Telegram, ativar o Google Meu Negócio e ter uma forma de ativar rapidamente um chat alternativo em seu e-commerce em casos como esses.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Invesp, o índice de satisfação relacionado ao atendimento realizado no chat online é de 73%, enquanto para o e-mail este índice cai para 51% e, no telefone, apenas 44% dos clientes se sentem satisfeitos. Dessa forma manter esse canal para um e-commerce é muito importante.

Diante da instabilidade das redes, muitos empresários e clientes migraram para outras redes congestionando os servidores, mas a questão principal é: Será que os clientes também migraram? Ficaram sabendo dessa migração? Não quer passar por isso? Veja as dicas abaixo:

  • Ative e atualize o seu canal do Google Meu Negócio
  • Tenha um canal ativo no Telegram
  • Comunique seus clientes sobre seus canais de comunicação
  • Deixe pronta a migração das redes em seu site e e-commerce para momentos de emergência
  • Movimente todos os seus diversos canais de comunicação, os clientes estão espalhados por eles
  • Faça promoções em momentos como a queda das redes para aqueles clientes que já estão nos canais
  • Incentive seus clientes a usarem seus canais alternativos com descontos e promoções exclusivos para eles
Enfim, como estamos trabalhando em “terrenos alugados” nas redes sociais, sempre é muito importante ter alternativas ativas e que possam suprir as eventuais falhas aplicando o já conhecido ditado: “Quem tem um não tem nenhum”. Dessa forma, mantenha sempre seus diversos canais ativos e seja atuante neles.

Quer debater assuntos de Carreira e Empreendedorismo? Entre para o nosso grupo no Telegram pelo link ou digite @gruposuacarreira na barra de pesquisa do aplicativo

Por Eder Max, consultor do Sebrae-SP

Recentemente, todos fomos afetados pela parada das principais redes sociais, e diante disso, o que podemos tirar de lição para as nossas empresas? Todos sabemos que não devemos colocar todos os “ovos” em um único pote quando falamos em investimentos financeiros e o mesmo exemplo se aplica às redes sociais. Não devemos apostar somente nelas como canal de relacionamento com os clientes.

Muitas empresas dependem 100% das grandes redes e de suas regras, mas baseados nos acontecimentos que paralisaram as redes do grupo Facebook temos que pensar em alternativas de como migrar para canais próprios. Mesmo quando muitos falam que não precisamos ter um site, cada vez mais entendemos que precisamos, sim, de um site.

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O cliente brasileiro passa muito mais tempo nas redes sociais do que navegando em sites, porém quando procura um serviço ou produto, um site é sempre acessado. Segundo a App Annie, o Brasil é, atualmente, o país com a maior média de tempo gasto em aplicativos (apps). É certo que as ferramentas são ótimas para relacionamento e vendas, ficamos todos acomodados com o seu uso de forma incondicional e não pensamos em um plano B.

O Telegram anunciou recorde de novos usuários na segunda feira, dia 4, com a queda do WhatsApp. O ano de 2020 foi marcado pela aceleração digital nos negócios e na sociedade de forma geral aumentando muito o número de usuários conectando, curtindo, compartilhando, fazendo lives e por aí vai… mas a pergunta é: qual o plano B? E se o Facebook e as demais ferramentas da empresa ficarem fora do ar por dias?

Empresas que dependem exclusivamente de redes sociais para vender podem sofrer com ‘apagão’ digital. Foto: Unsplash/@jeremybezanger

A questão é que muitos empresários não desenvolvem novos canais em outras redes como Telegram ou Google Meu Negócio, que é uma grande ferramenta estratégica para o posicionamento nas buscas do Google.

O Telegram comporta grupo de até 200 mil membros que podem ter acesso ao conteúdo passado antes da sua entrada no grupo, diferencial que não há no WhatsApp. Quando falamos em chat, temos outras diversas disponíveis para serem ativadas em sites e lojas virtuais. Pensando em um Plano B, toda empresa deveria ter o seu perfil no Telegram, ativar o Google Meu Negócio e ter uma forma de ativar rapidamente um chat alternativo em seu e-commerce em casos como esses.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Invesp, o índice de satisfação relacionado ao atendimento realizado no chat online é de 73%, enquanto para o e-mail este índice cai para 51% e, no telefone, apenas 44% dos clientes se sentem satisfeitos. Dessa forma manter esse canal para um e-commerce é muito importante.

Diante da instabilidade das redes, muitos empresários e clientes migraram para outras redes congestionando os servidores, mas a questão principal é: Será que os clientes também migraram? Ficaram sabendo dessa migração? Não quer passar por isso? Veja as dicas abaixo:

  • Ative e atualize o seu canal do Google Meu Negócio
  • Tenha um canal ativo no Telegram
  • Comunique seus clientes sobre seus canais de comunicação
  • Deixe pronta a migração das redes em seu site e e-commerce para momentos de emergência
  • Movimente todos os seus diversos canais de comunicação, os clientes estão espalhados por eles
  • Faça promoções em momentos como a queda das redes para aqueles clientes que já estão nos canais
  • Incentive seus clientes a usarem seus canais alternativos com descontos e promoções exclusivos para eles
Enfim, como estamos trabalhando em “terrenos alugados” nas redes sociais, sempre é muito importante ter alternativas ativas e que possam suprir as eventuais falhas aplicando o já conhecido ditado: “Quem tem um não tem nenhum”. Dessa forma, mantenha sempre seus diversos canais ativos e seja atuante neles.

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