A triste geração que virou escrava da própria carreira tem uma saída

Daniel Fernandes

11 de maio de 2015 | 16h10

A triste geração que virou escrava da própria carreira tem uma saída. Ela não é aparente. Mas está alí, apenas alguns metros distantes do câmbio automático do veículo de última geração. Ou depositada ao lado do polpudo bônus de fim de ano que você se esforça tanto para ganhar e não tem tempo para gastar.
A saída se chama empreendedorismo. E cada vez mais gente tem descoberto que ela pode ser uma alternativa não apenas para a carreira, mas para uma vida que consiga harmonizar a família com as obrigações. O dinheiro (a ser ganho) com a oportunidade de gastá-lo. Uma forma de equilibrar melhor frustração e êxito. Vitória e derrota.
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Não se trata de criar a próxima Apple, o próximo Google ou Facebook. Se trata, isso sim, de criar uma alternativa viável em busca de um estilo de vida mais próximo do que podemos considerar ideal. Pelo menos no futuro. Para o futuro.
Mas não se engane. Não será fácil. Uma recente análise feita pelo site norte-americano Entrepreneur indica que…
1) Você não vai ganhar dinheiro imediatamente.
2) Nada vai acontecer da forma como você imaginou que seria.
3) E você vai falhar. E sua empresa pode falir. Se isso acontecer, você certamente vai perder tudo o que conquistou como um legítimo representante da ‘Triste Geração que Virou Escrava da Própria Carreira’.
E aí cabe a você mesmo decidir: refém da carreira que pode levá-lo a não ter tempo para nada. Ou refém de um negócio próprio, que também vai lhe sugar muito tempo. Mas que certamente será a construção (realização) de um sonho.
Não duvide.
Cada vez mais pessoas atoladas de MBAs e especializações está optando pela segunda via. Não necessariamente porque tem certeza do sucesso.
Daniel Fernandes, editor do Estadão PME
 

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