A revolução começa por nós, nas pequenas coisas do cotidiano

Daniel Fernandes

27 de junho de 2013 | 07h53

Adriane também fala do momento do País

O Brasil é um País riquíssimo, sem nenhuma catástrofe natural, tirando as chuvas que afetam algumas regiões por descaso dos governos que cobram IPTU e não dão infraestrutura. Temos um clima perfeito. Um povo trabalhador e harmonioso. Todo estrangeiro que nos visita quer ficar. Muitos deles acabam voltando e se estabelecendo por aqui.
Ficamos muitos anos em silêncio e sonhando com um País melhor.  Agora acordamos.  Estamos cansados de viver mais ou menos. Tanta arrecadação de impostos e nada de retorno. É até clichê falar isso, mas infelizmente é a nossa realidade.
Faltam recursos, dizem os governantes. O que falta é vergonha na cara. É um absurdo os nossos políticos serem tratados como “doutor”. Doutor de que? Eles prestam um serviço para nós, mas raramente lembram-se disso, alguns poucos talvez. O programa de “bolsas” começou com eles.  É tanto auxilio que nem temos como listar todos.
E como checar se estão fazendo o que prometeram? São inúmeras promessas que nem mesmo eles dão conta. Nós temos que parar com o jeitinho brasileiro. Se quisermos um País sério, com bons administradores, nós temos que começar por nós. Eu li muita coisa nos últimos dias.
Entre elas: temos que parar de furar fila, andar pelo acostamento, parar em fila dupla, estacionar em lugar proibido, sentar no lugar dos idosos nos coletivos… tem tanta coisa. No fim de semana, eu vi uma reportagem sobre venda ilegal de combustível nas estradas. Totalmente insegura, podendo causar uma explosão pelo jeito que é manejada, sem nenhum item de segurança e as pessoas lá, praticando o comércio ilegal de compra e venda.
Se tem vendedor é porque tem comprador. É o mercado clandestino prosperando.A revolta é geral. Os índices de assaltos, arrastões e estupros estão em alta. Isso é assustador. Não existe mais um horário perigoso. Eu acredito que temos que ser fiscais do nosso governo. Cobrar sim por uma melhor administração. Nós merecemos saúde, educação, transporte e moradia de qualidade. Por que não temos? Diante de tantos manifestos, o governo já percebeu que nós existimos. Nós temos agora que fazer com que eles nos ouçam! Devemos refletir muito nas próximas eleições!
 

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