A estratégia por trás do Netflix oferecer uma vaga no Brasil para quem quer ver filmes e séries

Daniel Fernandes

07 de abril de 2015 | 13h38

Kevin Space interpreta Frank Underwood em House Of Cards
O Netflix está atrás de um tagger no Brasil. A notícia é muito bem-vinda para a pessoa que, por exemplo, sempre sonhou em trabalhar com cinema. Mas é também o objeto do desejo de todos aqueles que um dia pensaram em ganhar a vida assistindo séries e filmes. E antes dos ‘meros mortais’. O trabalho do tagger é justamente este, assistir conteúdo e descrevê-lo no site da companhia usando as tags certas – para facilitar a buscar de conteúdo que seja do interesse de cada um dos usuários.
Mas a notícia, que ganhou o País rapidamente pelo inusitado da função, também serve de aprendizado interessante para o empreendedor. Começar um negócio é difícil, fazê-lo ganhar musculatura também não é das tarefas mais tranquilas. E como fazer quando ele tem tudo isso e torna-se global?
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A saída é trazer um produto melhor para cada tipo de cultura, cada tipo de região, cada tipo de país e, se possível, para cada tipo de usuário. Me arrisco a dizer que é esse o objetivo do Netflix quando a empresa resolve contratar um profissional desse tipo no País.
Adaptar para continuar relevante, ainda mais quando você está no mercado de serviços, é quase tão importante quanto inovar. É claro que a Apple não fazia isso, você pode pensar. Verdade quando a gente fala dos aparelhos – todos iguais para todo mundo. Mas os serviços do iTunes não funciona assim. Será que o Netflix aprendeu em algum lugar?
E será que os canais tradicionais de TV a cabo, que já oferecem a possibilidade do usuário assistir conteúdo sob demanda conseguem aprender com o Netflix?
Para quem ficou interessado apenas na vaga, algumas informações importantes É preciso usar o inglês para se candidatar. E ser fluente no mesmo idioma.
Daniel Fernandes é editor do Estadão PME
 

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