A Copa do Mundo, mudando o mundo

Daniel Fernandes

09 de julho de 2014 | 06h53

Rafael Mambretti é dono da Carbono Zero Courier
Não estava na pauta fazer um post sobre o impacto da Copa do Mundo nos negócios, mas aí vai.
Normalmente, quando se fala em Copa do Mundo, jogos olímpicos e outros mega eventos esportivos, pensa-se nas oportunidades de se fazer dinheiro. Poucas são as iniciativas (que eu conheci), como o Imagina na Copa (Google it!), uma ação que não mira retorno financeiro.
Aqui onde estou, na Índia, a Copa do Mundo é uma febre, principalmente a seleção brasileira. Os indianos (quando eles sabem o que é o Brasil), gostam de futebol, gostam dos nossos jogadores e nos apoiam. Assim como acontece ai no Brasil, aqui também têm promoções relacionadas à Copa, propagandas na TV, patrocinadores oficiais e canais exclusivos para a cobertura do evento. Os indianos (ainda) não pleiteiam um lugar no futebol mundial, mas já vivem a febre da Copa.
Mesmo aqui, “isolado” nos Himalaias, tenho assistidos aos jogos, mas, principalmente, tentado analisar a repercussão deles, que acontecem no período da noite para mi, em dois horários basicamente: 21h30 e 1h30 da manhã. E na madrugada o twitter está movimentado! Os indianos, que são mais de 1,2 bilhões de pessoas (só perdem para a China), estão ligados e apaixonados por futebol.
O impacto para nós no Brasil é o mesmo de qualquer empresa, horários diferenciados, trânsito, potenciais variações de humor e empolgação quando o horário vai chegando. O famoso acordo para cumprir o horário ajuda, mas não é o ideal e nem sempre o que o cliente quer. Nessas horas vale a compreensão. Na última Copa do Mundo a Carbono Zero Courier ainda não existia na prática, era apenas um plano de negócios.
No fundo, realmente espero que o retorno (em todos os aspectos), seja muito maior que o prejuízo. Caso contrário, se a Copa do Mundo fosse um negócio (e acho que é), nós, empreendedores, saberíamos que com resultado negativo, não duraria muito.
Que o resultado seja o melhor para o povo brasileiro!
Namastê,
Rafael
 

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