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Empreendedorismo| 05 de agosto de 2012 | 13h 09

Mania de presentear inspira negócio de R$ 4 milhões

Dreams Arquitetura de Ideias e Comércio de Presentes se destaca no mercado com produtos criativos

Estadão PME

Divulgação
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Marcelle Comi e Fernanda Lancellotti são sócias da Dreams Arquitetura de Ideias

As amigas e publicitárias Marcelle Comi e Fernanda Lancellotti, ambas com 32 anos, sempre gostaram de presentear os amigos. Juntas, elas resolveram levar essa criatividade para escolher os presentes para o mercado corporativo e fundaram a Dreams Arquitetura de Ideias e Comércio de Presentes há nove anos. A empresa já faturou R$ 4 milhões em 2011 e espera ultrapassar os R$ 5 milhões este ano. Só no primeiro semestre, a agência já alcançou 80% da meta e os meses de maior faturamento ainda estão por vir.

A equipe de 15 funcionários trabalha para desenvolver produtos, promoções para ações de relacionamento, aniversários e ações promocionais no ponto de venda, por exemplo. Mais de mil produtos diferentes já foram criados. "Buscamos nos diferenciar e fugir do que o mercado tradicional de brindes oferece", afirma Marcelle.

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Um dos produtos desenvolvidos foi o kit viagem com bloco de anotações e mapa para clientes de um cartão de crédito. Em uma ação para o Dia das Mães para as funcionárias de uma grande empresa, a agência criou um colar com pingente de coração. "Foi uma ação para toda a base de funcionários, desde as operadoras de pedágio até a diretoria. Foi uma ação que emocionou todo mundo", lembra Marcelle.

Este ano, a empresa participou de um projeto da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de organizações de pequenas empresas. "Eu e a Fernanda não temos formação em administração. Fomos aprendendo no dia a dia, na prática. A equipe da FGV só agregou conhecimento", relata Marcelle. Os alunos estudaram a Dreams e detectaram uma necessidade de dar mais atenção para a parte financeira e administrativa.

A agência funciona com um formato de remuneração onde cada funcionário recebe uma parte do pagamento feito pelo cliente. No começo, quando a agência atendia cinco, dez clientes, era mais fácil. Agora, com um volume de trabalho maior, ficou complicado. O projeto da FGV ajudou a simplificar o sistema, a maneira de cobrança e o cálculo. "As mudanças vão trazer facilidades ao dia a dia na parte financeira, contribuir para a empresa continuar saudável. Com os números mais claros, podemos desenhar as estratégias com mais facilidade", afirma Marcelle.

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