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Economia| 06 de junho de 2012 | 6h 40

Dono de petshop deve estar atento: gatos ganham espaço dos cães como animais de estimação

Segundo dados da Abinpet, no ano passado o número de gatos no Brasil cresceu mais do que o de cães; cenário abre novas possibilidades de negócios para donos de Pet Shops

Estadão PME

Evelson de Sousa/AE
Evelson de Sousa/AE

 Uma nova tendência parece surgir entre os interessados em ter um animal de estimação: os gatos estão ganhando o espaço que antes era dos cães. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), em 2011, o número de gatos no Brasil cresceu 8,19%, enquanto o número de cães cresceu 4,08%. Estima-se que hoje existam 19,8 milhões de gatos no Brasil – 6,5 milhões só no Estado de São Paulo. O número de cães, porém, permanece maior. São 35,7 milhões em todo o território nacional.

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A habilidade de se adaptar fácil a ambientes pequenos, como apartamentos, e a independência desses bichinhos, são alguns dos fatores que estão tornando os gatos mais atraentes como animais de estimação. A mesma tendência já foi registrada nos Estados Unidos e em grande parte da Europa. Já são 10 milhões de gatos a mais do que cachorros nos Estados Unidos, por exemplo, segundo a American Pet Products Association (APPA). 

Esses dados mostram que há espaço para quem tem ou pensa em abrir um pet shop, criar um diferencial competitivo perante a concorrência. Isso porque, segundo especialistas, há bastante espaço no mercado, mas falta aos petshops justamente inovação.

Segundo o consultor do Sebrae-SP, Sérgio Diniz, os empresários do setor devem se preocupar em diversificar e sofisticar os produtos e serviços que oferecem. “Há espaço mesmo em mercados mais saturados como São Paulo. Mas as novas lojas precisam apresentar algum diferencial em relação à concorrência”, afirma. Para Diniz, pet shops que funcionem no mesmo espaço de clínicas veterinárias tendem a ter mais sucesso. “Fica mais fácil atrair clientes porque os negócios são complementares”, avalia. 

Mas quem quiser se restringir à loja terá de apostar em um atendimento completo para conquistar seu espaço. “Uma das estratégias é oferecer conveniência ao cliente: buscar o animal em casa para tomar o banho, entregar a ração em domicílio, lembrar o dono que o bichinho precisa tomar uma vacina naquele período, entre outras coisas.”




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