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Novidade| 18 de setembro de 2012 | 15h 59

Delivery de lanchonete investe em entregadores bem vestidos e motorizados com uma lambreta

Ideia mostra como é possível inovar em um dos segmentos mais competitivos do mercado brasileiro

ESTADÃO PME

Divulgação
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Novo visual dos entregadores da lanchonete

 Única filial da tradicional rede P.J. Clarke's fora dos Estados Unidos, a lanchonete sediada em São Paulo resolveu inovar. E fez isso em uma das etapas mais delicadas de qualquer restaurante: o delivery. Ao contrário de muitos concorrentes, a empresa contratou entregadores que apresentam-se bem vestidos - camisa, gravata e até colete - e que fazem as entregas em simpáticas lambretas.

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Não é a única novidade. Os pedidos, que antes só podiam ser feitos pelo telefone, agora podem ser solicitados pela internet - graças a uma parceria com os sites especializados Restaurante Web e Ifood.

A área de entrega do restaurante contempla os Jardins, Itaim, Moema, Vila Olímpia e Morumbi.

Inovar parece ser a única saída para quem pretende diferenciar-se no setor de alimentação. Um caso que chamou atenção recentemente foi o do Disque Gelada, serviço de entrega de bebidas e petiscos em domicílio.

A ideia surgiu da necessidade dos próprios sócios durante uma noite de pôquer. “A cerveja acabou na madrugada e ninguém podia sair para comprar por causa de Lei Seca. Foi então que pensamos como seria legal ter algum serviço que entregasse a bebida para a gente”, conta Adriano Lima, de 33 anos, que fundou a empresa junto com a esposa, Denise Galvão Lima, 34, e o amigo Felipe Cabral, 21.

Após estudar o mercado e descobrir que já existiam serviços semelhantes, os empreendedores decidiram criar um diferencial competitivo para o negócio. Fã de histórias em quadrinhos, Adriano logo imaginou um super-herói chegando a uma festa para salvar a noite. A ideia ganhou força quando ele e a esposa lembraram de um serviço de delivery de pizza que haviam experimentado nos Estados Unidos no qual a entrega era realizada por uma pessoa fantasiada de italiano. Nascia, assim, o conceito de vestir os entregadores como super-heróis. Ou melhor, ‘Breja boy’ e ‘Breja girl’, como o empreendedor faz questão de salientar.

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